ESTAMOS NAS MÃOS DE UM PODER CRIMINOSO

Não é o que queremos para o nosso país, mas temos que ter os pés no chão e verificar que estamos nos tornando reféns de poderes paralelos que se estabelecem e promovem atos violentos e transformadores da sociedade. Assim está acontecendo agora no Rio de Janeiro e verifiquem os leitores que a inversão de papéis reverte em inversão de valores. Uma justiça paralela que é absurdamente imposta por traficantes, por gente que deveria estar atrás das grades e, no entanto, está nas ruas ou em seus castelos ilícitos condenando por aí gente inocente e que luta pela liberdade do povo brasileiro. Este povo que já é refém do analfabetismo, da falta de educação, da miséria, da má saúde, da falta de trabalho e de emprego e que ainda paga nem sei quanto por mês ao preso, por filho que tenha. Um prêmio, um “status”. A eles que, agora, ou há muito, se acham no direito de governar e mudar as leis deste país. Se deixarmos continuar ou acontecer, em breve seremos todos os súditos deste reino que se instala. E a Cidade Maravilhosa, por exemplo se tornará uma ilha alcaponista e referência de desordem, de matança, de injustiças em todo o mundo. É hora da sociedade exigir um comportamento de cima para baixo muito mais incisivo e corajoso. Sem comprometimentos, quem sabe, com os que estão à frente deste repudiado poder.

ADRIANA VASCONCELOS

DESTACÔMETRO

O destaque vai para Adriana Vasconcelos que, juntamente com o irmão Miltinho, dirige de modo moderno e eficiente o Maceió Mar Hotel, conhecido e amado por todos os alagoanos. Um ícone na Ponta Verde. Além de ser diretora institucional da ABIH.

PÍLULAS DO OUVIDOR

Está chegando a hora e conto com os meus amigos para o lançamento de meu novo livro, o POR CAUSOS DA VIDA. O lançamento oficial será no próximo dia 20, terça-feira, das 19 às 22 horas, na Bodega do Sertão. Espero vocês.

O POR CAUSOS DA VIDA é um livro diferente por contar “causos” verdadeiros e com os nomes reais de seus personagens. Fatos que atravessam várias épocas desde a minha juventude até fatos mais recentes. “Causos” que eu vi e os que me contaram.

O Almoçando com a Notícia, um dos nossos programas de televisão, levado ao ar, aos sábados e domingos, às 12 e 00h pela TV Mar, canal 25 da NET firmou convênio com a Abrasel e será gravado em rodízio nos restaurantes da cidade.

Entramos na semana do carnaval depois de um domingo agitado com as prévias que apresentaram os blocos já tradicionais e marcando a volta do famoso Pinto da Madrugada. Foi um dia de grandes agitos com a orla brilhando com os festejos.

Na próxima sesta já começa o carnaval pra valer e a tentativa de alguns em fazer com que a folia aconteça naqueles dias. Um obstinado é o nosso querido Carlito Lima que põe na rua, no domingo, seu bloco “Nêga Fulô”. É isso aí!

Carlito fez umas contas para lá de confusas e otimistas que demonstram que, se houvesse carnaval em Maceió nós deixaríamos de ver a evasão de cerca de 60 milhões gastos lá fora pelos maceioenses que viajam nessa época.

A UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Maceió, realiza nos dias 24 e 25 de fevereiro, o 1° Festival de Verão. O evento irá reunir modalidades esportivas e artísticas.

Tudo acontecerá no Posto 7, da orla da Jatiúca, gratuito e aberto a estudantes do ensino médio e superior. As inscrições vão até o dia 17 de fevereiro. Interessante ver a integração daquela instituição com a própria cidade.

A rede de distribuição de gás natural do estado alcançou a marca de 500 km de extensão.

De acordo com a Algás, esse novo feito representa um ponto estratégico para o desenvolvimento econômico do estado.

Conheço Cláudio Bentes (foto) e sua família há bem mais de vinte anos. Hoje na presidência do Grupo Parque, englobando os cemitérios Parque das Flores e Memorial Parque, além do vencedor Pré-Vida. Cláudio é um exemplo de trabalho.

CLÁUDIO BENTES

ABRAÇOS IMPRESSOS

Os abraços impressos vão para duas gerações do turismo alagoano: o meu querido Manduca, pioneiro por todos os ângulos, primeiro presidente da Ematur e Thiago Falcão, o jovem e eficiente presidente da ABRASEL.

THIAGO FALCÃO E MANDUCA

Os futurólogos de plantão estão em palpos de aranha

Eles vão tentar de tudo. consultar os astros, embaralhar os búzios e as cartas, apelar para os espíritos superiores, mas, sinceramente, duvido que consigam advinhar, acertar, o nome que queiram dar, quem serão os novos políticos do Brasil. Com raras exceções, em caso de governadores bem sucedidos, no mais vai ser difícil honrar o ofício desses previsores que em ano de eleições deitam falação, acertam muito e erram também. No conturbado Brasil de hoje quando os acontecimentos surgem a cada minuto, quando as condenações por corrupção estão cada vez mais frequentes e quando os homens e mulheres de bem, lamentavelmente, fogem da política e das urnas, cada vez mais difícil fica para os futurólogos acertarem nas suas previsões. Quem pode garantir quem será o novo presidente da república a partir de janeiro de 2019? Quem pode imaginar o que vai acontecer com os que se dizem pré-candidatos em um país onde a turbulência política está imperando? Quem imaginava há alguns anos atrás que as prisões acostumadas a receber assassinos, ladrões e traficantes iriam abrir suas portas para receber políticos e empresários considerados do mais alto gabarito no país? E quem imaginaria que um ex-presidente da república viesse a receber uma condenação neste país? Ninguém. Portanto, futurólogos de plantão, recolham suas bolas de cristal porque desta vez só Deus dirá quem vai ser o que. E Ele não costuma dar dicas para vocês.  

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A VIDA É PEQUENA DEMAIS

Se formos considerar um homem como eu que está chegando aos oitenta anos, já vivi 29.200 dias que correspondem a 700.800 horas  ou 42.048.000 minutos.  Parece muito, mas se considerarmos que metade deste tempo eu dormi, claro, já podemos ter essa vida reduzida para 40 anos, 14.600 dias, 350.400 horas ou 21.024.000 minutos. Aí você começa a calcular o quanto você perdeu de tempo na vida, ouvindo e dizendo ou fazendo besteiras, as mais variadas, não produzindo o que poderia produzir, não dando atenção real ao mundo que o cerca, não fazendo mais do que deveria pelo próximo e pensando mais do que agindo. Vamos colocar uns 30 por cento da vida nessa perda irreparável e aí já vamos chegar a 7.000 dias dos quais, perdemos um enorme tempo  irritados no trânsito, nas filas de bancos, de repartições, nos supermercados em tantos lugares que eu diria que já deixamos de lado, também improdutivamente, mais uns 10 por cento de nossa vida, o que daria menos uns 3.000 dias e nessa altura já estou reduzido a 4.000 dias. Com muito boa vontade e me esforçando muito devo realmente ter vivido até agora, cerca de 96.000 horas, aproximadamente 5.760.000 minutos o que me deixa chegar à conclusão de que a vida do homem é realmente curta ou ele não sabe tirar dela o melhor proveito. Mas como ainda há tempo pela frente vou tentar perder o menor tempo possível para ganhar dias, horas e minutos preciosos. Afinal, só tenho 10 anos vividos de fato e de direito. E muito mais pela frente, se Deus quiser.   

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PARTE DA JUVENTUDE ESTÁ UMA DROGA

Que bons tempos eram aqueles em que a juventude da nação era a esperança de melhores dias, de mais competência, de clarividência, de progresso! Os dirigentes deste país esqueceram de investir na infância e na juventude e para não deixarem de ter, pelo menos, algo que fizesse lembrar algum tipo de ação criaram o Código de Defesa da Infância e da Juventude. Discursos, papel bonito, exemplo de seriedade para todo o mundo e nada mais do que retórica, teoria, sem nenhuma prática, com honrosas exceções. Proteger o menor? De que? Dos criminosos que usam e abusam do poder do tráfico para colocarem os menores carentes numa “profissão” de risco?  Proteger de quem? Dos calhordas que fazem do turismo sexual infantil uma rentável empresa multinacional? Proteger da pobreza que assola o país e que leva todos e tudo a um mundo de criminalidade? Na verdade, deveríamos proteger os menores de certas autoridades que as desprotegem, que esquecem que elas existem, enquanto o problema não entra em suas próprias casas. Precisamos protegê-las das pessoas que têm o poder nas mãos e pouco fazem para prevenir o mal que assola o país. Estamos construindo uma geração de criminosos que só irão piorar o problema de segurança por todo o Brasil. Precisamos protegê-las deste inimaginável, outrora tráfico de drogas, que busca continuidade na formação de novos traficantes, frequentadores assíduos desta faculdade do crime. É preciso acordar para a realidade de que o país está em guerra. Guerra fria, moral, de decadência dos costumes e que se não a enfrentarmos com as mais poderosas armas, seremos um celeiro de crimes com exportação para o resto do mundo. Precisamos investir o que tivermos, não no crescimento do país, mas no crescimento da segurança, na eliminação dos focos criminosos, na moral da população, na vida e no futuro dos nossos jovens. Caso contrário, ao invés de crescer, o país sucumbirá em pouco tempo.

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CHEGA DE REPRISES

O Brasil está vivendo um período de reprises em sua vida, em todas as suas facetas. O país está carente de criatividade, de novos e reais líderes. As discussões são feitas visando os próprios interesses dos que detêm o poder nas suas mais diversas facetas. As chamadas reformas que estão tanto dando o que falar são abusivamente e escancaradamente colocadas de maneiras equivocadas como a própria Reforma da Previdência que é uma reprise de antigos e novos interesses, uma vez que tudo seria resolvido com uma única questão: a gestão. Não haveria necessidade de nenhuma reforma do setor se a gestão dos seus recursos não tivesse sido tão danosa. tão espinhosa e tão repleta de maus tratos, de corrupção, de roubo mesmo. Está provado por matemáticos e por gente de bem que ainda existe por aí que o roubo não tem nada a ver com a idade com que o cidadão se aposente nem com a quantidade de pessoas que se aposentam. Tem a ver com a má administração dos recursos por décadas e mais décadas e que provocou o “status quo” que vivemos. E o que vivemos é um teatro de reprises onde os “atores” se digladiam nas arenas políticas buscando salvaguardar seus mandatos, seus subsídios e seus próprios benefícios. Nada de novo. Tudo repetido. Uma série de reprises a que o povo assiste sem nada poder fazer.     Continuar lendo “CHEGA DE REPRISES” →