A INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES

Não foi propriamente um grito de independência ou morte nem elas precisaram subir em cavalos, desembainhar espadas ou coisa parecida. Mas tem sido uma revolução social da maior importância o crescimento das mulheres na sociedade produtiva deste país. Além do mais, os depoimentos são uma constante com o reconhecimento de que elas são mais ativas, mais persistentes e, sobretudo, mais transparentes nas causas que enfrentam. Claro que, da mesma forma que sou contra cotas raciais e quaisquer outras diferenças oficiais, sou também contra a aplicação de leis que as coloquem em posição discriminatória perante o país ou até perante os homens. O que interessa de fato é que sejam reconhecidas definitivamente como absolutamente iguais civicamente. No entanto, aí fica o grande apelo dos homens, elas não podem e não devem perder a feminilidade, o romance, a lágrima certa na hora certa. Não podem deixar de lado o “glamour”, a atração e a vaidade que as fazem, aí sim, completamente diferentes de nós, homens. Precisamos delas no desenvolvimento do país, na luta pelas conquistas políticas e econômicas, mas o lado totalmente mulher precisa ser cada vez mais crescente para o bem de todos e felicidade geral da nação. E, assim, viva a independência das mulheres. Continuar lendo “A INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES”

A inclusão digital no Brasil ainda é um desafio – Janguiê Diniz

Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional – janguie@sereducacional.com

Nos últimos anos a inclusão digital passou a ser um indicador importante no quadro de desenvolvimento de qualquer país. A partir da segunda metade dos anos 90, a sociedade brasileira assistiu a uma notável expansão do uso da internet e dos telefones celulares. Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, visando a inclusão de todos na sociedade da informação. Contudo, inclusão digital é também simplificar as atividades, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um indivíduo incluído digitalmente é aquele que usa desse suporte para melhorar as suas condições de vida.

Deixemos claro que, para que a inclusão digital aconteça, é preciso três instrumentos básicos: computador, acesso à internet e domínio dessas ferramentas, já que, não basta apenas o cidadão possuir um computador conectado à internet para ser considerado um incluído digital. Um total de 102,1 milhões de brasileiros possuem acesso à Internet no Brasil, de acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada em novembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número pode até parecer expressivo, mas corresponde a cerca de 49% da população brasileira. Isso significa que 51% dos mais de 200 milhões de brasileiros ainda não estão incluídos no mundo digital, o que ajuda a explicar a performance ruim do Brasil em uma outra pesquisa: o Brasil está em 72º no ranking global de taxa de acesso às tecnologias da informação, segundo o índice Integrado de Telefonia, Internet e Celular. 

Em outra pesquisa, o Brasil aparece na 18º posição de um ranking de 75 países que identifica as condições de acesso à internet. O levantamento foi realizado pela The Economist Inteligence Unit em parceria com o Facebook. O estudo também mostra que o Brasil está entre os dez países do mundo com maior número de população desconectada.

ESTA SAÚDE QUE MATA

SAÚDE

Planejar sem preparar acaba resultando em nada, absolutamente nada.

 

Quando o governo federal resolveu municipalizar a saúde colocando a grande carga de responsabilidade nos municípios, o fez apressadamente, sem soluções imediatas para os problemas que, esses sim, seriam e foram imediatos.

 

O resultado foi que há anos a saúde não funciona na prática, já que no papel até é uma boa idéia.

 

O que a população brasileira não pode é continuar morrendo por falta de políticas públicas de saúde que sejam identificadas totalmente com as necessidades.

 

Ou que, no mínimo, possam ser praticadas com regularidade.

 

O governo federal há que rever os princípios que regem o SUS.

 

Há que buscar um entendimento maior com os municípios para que sejam diminuídos os riscos e aumentadas as ações voltadas para uma medicina preventiva e saneadora.

 

Para que assim, a medicina curativa seja menos usada e mais eficiente.

 

Se as diversas operações contra a corrupção têm mostrado respeito pela população com prisões, as mais diversas,  e esclarecimento imediato de ações desabonadoras, chegou a hora de estas mesmas operações aprofundarem suas investigações e buscarem no âmago de clínicas e hospitais desonestos o ralo por onde escorrega o dinheiro da saúde.

 

Esta saúde, ou melhor, esta falta de saúde que mata!

Bartpapo: Grupo Ser Educacional – Tulio Gonzaga e Lara Bringel

O Grupo Ser Educacional é um projeto nacional com atenção às características e cultura regionais.

EXIBIDO EM 25.10.2017