EXIBIDO EM 02 02 2018
Bartpapo: Rafael Melo – Plataforma Engenharia
EXIBIDO EM 02 02 2018
EXIBIDO EM 02 02 2018
EXIBIDO EM 01 02 2018
Esse é um ditado que tem tudo a ver com o serviço público de um modo geral e com raras exceções é o que não acontece. Quantos cargos são ocupados, seja por interesse político ou pessoal, seja por má formação de quem os ocupa, seja ainda porque o seu ocupante não está nem aí nem está chegando para o interesse da população? A culpa nem sempre é do dirigente máximo, até porque nem pode saber de tudo perfeitamente e por outro lado precisa, politicamente, aceitar determinadas indicações, principalmente nos estágios inferiores que atendem as necessidades dos que pedem. E isto ão ocorre apenas nos executivos, não. Ocorre no legislativo e até no poder judiciário onde os métodos modernos de RH nem pensam em atingir seus objetivos em tais casos. E é exatamente aí que os “mal feitos” acontecem, que as improbidades surgem, que o caos e o destempero ficam contra os que estão à frente das decisões e, sobretudo contra o povo que acaba por sofrer a crise de incompetência que assola determinados setores do país por pura incompetência ou por lotação errada de determinados servidores. Deixando claro que nem sempre é a incompetência que o classifica, mas a falta de possibilidade de colocá-lo no lugar que o seu conteúdo recomenda. É a tal história do título deste artigo: Cada macaco no seu galho. Continuar lendo “CADA MACACO NO SEU GALHO”
Tenho a impressão de que este país começa a viver um período de inversão de valores dos mais perigosos. O senso de família vem se desmoronando com uma velocidade assustadora. A questão do patriotismo nem se fala e a cidadania acaba indo por água abaixo neste mar de lama que tsunanicamente nos ataca. Agora, para completar chega esta onda destruidora querendo defender a oficialização da maconha, sua livre utilização e venda como se fosse a coisa mais natural do mundo impingir à sociedade um convívio com uma droga que, reconhecidamente é a mãe de todas. Não dá para entender como se pensa em erradicar as drogas oficializando-as. Então, o problema é com traficantes e não com usuários que podem ser nossos filhos? Que pensamento é este que passa a proteger o errado em busca de um suposto certo? Sou contra, vou permanecer contra e enquanto puder gritar contra tudo e contra todos que pensarem nessa estupidez, o farei. Afinal, o mundo já está uma droga total por conta das próprias. E ainda querem botar mais droga nesta droga? Pensem. Continuar lendo “QUEREM BOTAR MAIS DROGA NESTA DROGA”
Ninguém segurou nem segura o que está acontecendo no Rio de Janeiro, a cidade ainda maravilhosa ameaçada por um poder paralelo da pior categoria que tomou conta, dita as regras e deixa os cariocas absolutamente acuados no seu dia a dia. Promessas de todo o tipo de um governo estadual fraco, sucessor de outro que, além de fraco era corrupto, e nenhuma com possibilidade de ser cumprida. Era necessário que o governo federal, de acordo com os ditames da constituição, decretasse a intervenção militar na segurança do Rio de Janeiro. E, sinceramente, só as Forças Armadas têm poder de fogo e de pressão para tentar – eu disse tentar – reprimir as ações do tráfico que dominaram o Rio e que parece uma réplica do que já acontecera na Colômbia, hoje totalmente recuperada em relação ao crime, graças ao processo de tolerância zero. Um propósito como aquele e que gerou sucesso absoluto só pode ser desenvolvido na nossa querida Rio de Janeiro pelas Forças Armadas que em regime de absoluta exceção tomarão conta dos destinos da segurança com toda a capacidade estratégica que têm. Seu comandante, com inteira carta branca para agir haverá de combinar os fatores de expulsão do crime com a preservação das famílias que vivem nas comunidades ocupadas, mas com absoluto rigor agir na limpeza da cidade. Único problema, por isso a rapidez se fará necessária, é coibir a saída dos grandes e médios traficantes que podem evadir-se para outros estados, principalmente os do nordeste. No mais vamos acompanhar as ações já batendo palmas pela correta intervenção.