A INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES

Não foi propriamente um grito de independência ou morte nem elas precisaram subir em cavalos, desembainhar espadas ou coisa parecida. Mas tem sido uma revolução social da maior importância o crescimento das mulheres na sociedade produtiva deste país. Além do mais, os depoimentos são uma constante com o reconhecimento de que elas são mais ativas, mais persistentes e, sobretudo, mais transparentes nas causas que enfrentam. Claro que, da mesma forma que sou contra cotas raciais e quaisquer outras diferenças oficiais, sou também contra a aplicação de leis que as coloquem em posição discriminatória perante o país ou até perante os homens. O que interessa de fato é que sejam reconhecidas definitivamente como absolutamente iguais civicamente. No entanto, aí fica o grande apelo dos homens, elas não podem e não devem perder a feminilidade, o romance, a lágrima certa na hora certa. Não podem deixar de lado o “glamour”, a atração e a vaidade que as fazem, aí sim, completamente diferentes de nós, homens. Precisamos delas no desenvolvimento do país, na luta pelas conquistas políticas e econômicas, mas o lado totalmente mulher precisa ser cada vez mais crescente para o bem de todos e felicidade geral da nação. E, assim, viva a independência das mulheres. Continuar lendo “A INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES”

NOSSO VLT NO CAMINHO DO RETROCESSO

Parece incoerência dizer-se que o VLT está no caminho do retrocesso quando vem sendo bem aceito em várias cidades do mundo e com sucesso absoluto. Mas, vamos e venhamos que há que haver um planejamento muito grande para que ele não seja um empecilho ao trânsito normal da cidade e, muito menos, que se transforme em motivo para acidentes como aconteceu semana passada em que o VLT acabou por atropelar um carro que passava à sua frente. Certo ou errado o motorista do carro, concordemos que outros acidentes podem vir a acontecer e que voltamos ao passado com os velhos sinais sonoros e luminosos de vias férreas, em plena cidade, já se falando até na adoção das velhas cancelas. No caso do trecho em questão, do centro ao Jaraguá, a engenharia deveria ter previsto as passagens de nível nos locais em que houvesse a travessia de carros e de pedestres. Passagens submersas nas transversais, facílimas, até em função do terreno por onde passa o trem. Trem por cima, carros por baixo sem nenhum tipo de transtorno para ninguém. Mas o velho ditado de que só se pensa nas coisas depois do leite derramado cabe perfeitamente para a extensão de linha do VLT que ainda vai dar muita dor de cabeça à muita gente. Continuar lendo “NOSSO VLT NO CAMINHO DO RETROCESSO”

UMA REVOLUÇÃO A CAMINHO

Uma revolução, sim. De métodos e sistemas; de tecnologia aplicada; de conceitos novos e reformadores; de aspectos econômicos e sociais. Uma revolução cujo caminho começou a ser trilhado há muitos anos principalmente com a evolução tecnológica, com o advento da televisão, da informática, da avançada internet que colocou o Brasil e brasileiros no mundo. Uma enxurrada de informações boas e uma avalanche de informações e práticas ruins e criminosas que vêm abalando as cabeças de todos. Talvez seja chegada a hora de parar para pensar e refletir no que devemos fazer com o que foi conquistado. Talvez tenha chegado o momento de por ordem na casa, de fazer voltar os valores emocionais e da família, o patriotismo, as noções mais elementares de cidadania e de respeito ao próximo. A ciência não mede esforços para avançar cada vez mais utilizando-se dos inúmeros e renovadores recursos que já estão ao seu alcance. E, também contribui para que o homem não tenha mais limites no que sonha e no que deseja. Por isto, uma revolução a caminho precisa ser deflagrada. De métodos e sistemas nas nossas vidas. De tecnologia aplicada para o bem sem que se relaxe nos fatores humanos e sociais. Uma revolução para que nossos filhos e netos, para que as próximas gerações comecem a utilizar tudo sem esquecer do que seus pais e avós aprenderam e tentaram ensinar.    Continuar lendo “UMA REVOLUÇÃO A CAMINHO”

TEMPOS MODERNOS

Seria interessante fazermos uma análise do que se pode definir como “tempos modernos”, uma expressão que vale sempre e todo o dia, porque o presente é sempre moderno em relação a tudo o que já passou. Mas, se, no entanto, compararmos épocas passadas com os chamados “tempos modernos”, vamos verificando a imensa mudança de hábitos, de costumes, de educação; vamos vendo a mudança tecnológica, o aguçar do crime e o relaxamento com a própria sociedade que vem jogando fora os mais comezinhos princípios que norteavam o viver em comum. Terrível comparar o direito de “ir e vir” com o direito que nos foi tirado nos dias de hoje, tomadas que foram as cidades por criminosos, assaltantes e traficantes. Desagradável ver que as quase inocentes “cubas libres” dos anos 50 deram lugar aos craques, cocaínas, maconhas, êxtases e tantas outras drogas do mundo moderno. Incrível ver a mudança tecnológica que, em poucas décadas, nos deu instrumentos como os celulares, a televisão digital, o computador pessoal, instrumentos que aliviam o trabalho e o conforto de uns e municiam as mentes desvairadas de outros. Nossas vidas deveriam ter um “dial”. Um botão giratório que nos levassem no tempo e no espaço a épocas mais sadias e que nos permitissem fazer com que nossos filhos estudassem melhor, que os professores fossem mais dedicados e melhor remunerados, que a televisão, incipiente e em preto e branco, ainda exibisse seriados inocentes como “Alô doçura” esquecendo as aulas de crime, de falta de educação e de desrespeito para com pais, avós e toda essa gama de pessoas que antigamente compunham as famílias. É triste, muito triste, avaliar que o nosso passado já foi a base dos então “tempos modernos” e que a vida de hoje será um passado, talvez lembrado pelas próximas gerações que nem sonhamos como viverão e como estarão incluídas nos “tempos” que ainda virão. Continuar lendo “TEMPOS MODERNOS”

POR QUE AS PESSOAS DEVEM SER CANDIDATAS?

A primeira questão é se devem. E aí a resposta é tranquila quando se tratar de poder e dever exercer a cidadania em toda sua plenitude. Então, se o preparo democrático estiver presente naquela pessoa, ela deve sim, aproveita-lo para colocar o  direito de defesa da sua comunidade num lugar de destaque e que o permita levar suas idéias para a realidade da discussão e da realização. A segunda questão deve-se ao fato de que a democracia permite a alternância no poder e que cabe ao povo usa-la, sobretudo se este poder não estiver sendo bem exercido por quem já está lá. A pessoa que sentir-se preparada para defender o povo, para mostrar a este mesmo povo que tem capacidade para exercer o cargo, deve sim, candidatar-se e brigar por uma eleição saudável e promissora. E aí, as questões sucedem-se. Uma delas é a do exercício do cargo, se for eleito. É preciso brigar com e pela instituição para mudar princípios e ações que já se tornaram comuns e em outros que moralizem o cargo e as funções inerentes a ele, em e sob todos os aspectos. A coragem de se fazer confiar será o grande trunfo para uma vitória. Mas, na verdade, a coisificação das eleições foi tão grande nos últimos tempos que o verdadeiro homem – ou mulher, claro – de bem não quer expor seu nome a uma possível lama. E é exatamente aí que o buraco aumenta, os sujos tomam para si a missão de governar e legislar em terreno fértil para que o antidesenvolvimento se faça presente e para que a democracia dê lugar a uma ditadura de métodos e de princípios. Melhor que o povo se mexa e ouça melhor os possíveis candidatos de 2018.    Continuar lendo “POR QUE AS PESSOAS DEVEM SER CANDIDATAS?”