Categoria: ARTIGOS

A confusão nas pesquisas impede a análise.

 

PESQUISA

                             Não sei se querem estabelecer confusões nas cabeças das pessoas ou se as pesquisas que não são tão oficiais assim e estão sendo divulgadas não merecem todo esse crédito. O país passa por uma crise política das mais difíceis e nomes colocados hoje só sevem para criar convulsões cerebrais nos eleitores, já que se sabe que ninguém sabe de nada, muito menos de candidatos que já mereçam estar sendo pesquisados. Lula é o nome posto porque o PT não tem o que fazer com ele. Aécio já era e a dissensão dentro do PSDB leva a um rumo onde nem nomes antigos nem nomes novos podem ser classificados. Bolsonaro é um mito que está sendo criado, talvez por quem esteja com saudades da repressão, da valentia, da força e outras coisas mais que engessaram o Brasil durante tanto tempo. O que nós precisamos é partir em busca de nomes novos que tenham passado irrepreensível que sejam quase unanimidade na sua maneira de agir perante os problemas do país. Nem com erros do passado, nem com promessas fugazes  do presente que vamos chegar onde precisamos. Um Álvaro Dias, por exemplo, começa a despontar e, por incrível que possa parecer é um político antigo imaculado como governador que foi do Paraná e como senador que é. Não sei. Não ponho a mão no fogo por alguém, mas acho que, ao invés de pesquisas, a hora é de análises, nome a nome, com profundidade e com bom senso. Pesquisa, deixa pra lá. Por enquanto. Nomes bons, na política e fora dela, existem, sim. Em quantidade e em qualidade. Portanto, vamos mudar nossa maneira de escolher e começar de agora a buscar o que interessa.

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ESTA SAÚDE QUE MATA

SAÚDE

Planejar sem preparar acaba resultando em nada, absolutamente nada.

 

Quando o governo federal resolveu municipalizar a saúde colocando a grande carga de responsabilidade nos municípios, o fez apressadamente, sem soluções imediatas para os problemas que, esses sim, seriam e foram imediatos.

 

O resultado foi que há anos a saúde não funciona na prática, já que no papel até é uma boa idéia.

 

O que a população brasileira não pode é continuar morrendo por falta de políticas públicas de saúde que sejam identificadas totalmente com as necessidades.

 

Ou que, no mínimo, possam ser praticadas com regularidade.

 

O governo federal há que rever os princípios que regem o SUS.

 

Há que buscar um entendimento maior com os municípios para que sejam diminuídos os riscos e aumentadas as ações voltadas para uma medicina preventiva e saneadora.

 

Para que assim, a medicina curativa seja menos usada e mais eficiente.

 

Se as diversas operações contra a corrupção têm mostrado respeito pela população com prisões, as mais diversas,  e esclarecimento imediato de ações desabonadoras, chegou a hora de estas mesmas operações aprofundarem suas investigações e buscarem no âmago de clínicas e hospitais desonestos o ralo por onde escorrega o dinheiro da saúde.

 

Esta saúde, ou melhor, esta falta de saúde que mata!

Pelo andar da carruagem

Você sabe. Você conhece pelo andar da carruagem qual é o seu destino. Você sente no ar, no cheiro do campo ou no cheiro do lixo, se o caminho é bom ou não. Caminhos esquisitos vêm sendo trilhados, sim senhor, na política brasileira que, aliás, sempre foi profundamente confusa e incompreensível apesar de certos políticos auto-denominarem de incompreendidos. Mas, o fato é que por esses caminhos, ruelas e vielas são ultrapassadas, buracos e obstáculos são vencidos e os vencedores são sempre os mesmos. Os caminhos da política nacional, essa tão falada e discutida por gregos e troianos são vividos por quem comanda e sabe comandar carruagens com maestria, ora sentando-se nos bancos principais, ora em descanso sazonal fora dos seus lugares, ora sentados na boléia ensinando o cocheiro por onde ir, mas sempre indicando rumos. Portanto, amigos, nada de surpresas. Quem está no comando, comandado está. Apenas esquentando o banco para quem, em breve, vai comandar de fato e de direito. A não ser que a sociedade, tão injuriada, resolva reagir e, ela própria escolher os bancos, os assentos e os assentados. Ou a não ser que algum pneu fure no meio do trajeto. Mas ia me esquecendo: carruagem não tem pneu. Então…é isso mesmo!

200 anos da jovem Alagoas

Jovem, muito jovem ainda, em formação constante, em reformas das reformas, em vitórias gradativas, em forjação de seu povo e de seu destino. Alagoas nos seus 200 anos tem histórias e estórias para contar, mas tem sobretudo, a capacidade de dar a volta por cima, de virar páginas e de se superar com garra e com coragem.

Hospitaleira, recebe os que aqui chegam como se de aqui fossem e eu mesmo, vinte anos de Alagoas, a fiz mãe, me fiz filho, recebi os títulos e carimbei cidadania com trabalho, com amor e com gratidão.

Acredito nos que querem ver uma Alagoas cada vez melhor. Acredito na sua vocação de “hostess” e de coração aberto. Acredito na potencialidade de suas reservas em todos os sentidos. Acredito no povo, sobremodo no povo que se fez alagoano de fé e de coragem e pode gritar aos quatro cantos que por ela há de lutar e se regozijar.

Parabéns, Alagoas, pelos seus 200 anos!

Revolução do proletariado?

Recebi no meu What’sApp, através de um amigo confiável, uma mensagem fonada que se dizia de um tenente do exército em que ele informava que havia sido convidado para falar em uma escola de meninos e meninas bastante pobres, no interior, sobre civismo, símbolos nacionais, etc. De repente, foi surpreendido por uma pergunta de um dos meninos que queria saber se ele podia falar sobre “revolução do proletariado”. Surpreso, principalmente porque naquela altura o tenente verificara que eles nada sabiam sobre patriotismo, hino nacional e outras coisas importantes para a formação do caráter, mas estavam – muitos deles – absolutamente integrados numa posição de falar de uma revolução que estaria de novo no poder, que traria Lula de volta e que colocaria o proletariado do país em uma posição revolucionária impressionante. Diz o tenente que conseguiu perceber a existência de um movimento de lavagem cerebral por aí a fora e que pode trazer consequências imprevisíveis para tomadas de posição que podem ser certas ou erradas politicamente falando, mas que, socialmente criam uma gama de crianças que são norteadas para um princípio político que, no futuro, nem poderá ser o delas. Importante detalhe é que todos tinham a aprovação da professora, presente ao evento. O desabafo do tenente foi realmente incrível e levou-me a publicar seu contexto para que possamos até avaliar se há fundo de verdade ou não nessa que eles estão chamando de “revolução do proletariado”.

 

LICITAÇÕES NA SAÚDE

Ninguém haverá de negar, principalmente os que trabalham no serviço público que a famosa Lei da Licitações, a 8,666, principalmente também os que zelam por uma transparência nas ações, de que ela, a Lei, é imprescindível e tem evidentemente o seu imenso valor, apesar de ser burlada diariamente, da maneira que alguns podem ou querem.

Mas, também é necessário expor determinadas situações onde, ao invés de proteger, a Lei atrapalha e coloca a sociedade em situação bastante indesejável, como também alguns gestores que ficam incomodados e engessados  com o excesso de rigor ou da falta de portas e janelas que propiciem saídas legais para algumas questões. Continue reading “LICITAÇÕES NA SAÚDE”

A força do “querer” ou do poder

Não bastasse a situação crítica deste país, no que diz respeito à economia, aos poderes que se desentendem, à criminalidade que aumenta a cada dia, a escolarização no fundo do poço e ainda temos que assistir a uma novela da Rede Globo, cujo título é “a força do querer”, mostrando que  o querer está todo voltado para o mal, para as coisas erradas da vida e, principalmente para a ascensão cada vez maior do poder paralelo que, graças ao tráfico, vem ganhando território e mandando em quem quer e do jeito que quer. Na novela, o tráfico mostra sua força através de um personagem, o Rubinho, que vai para o morro, passa a mandar e desmandar e usa sua mulher, também cooptada pelas luzes do tráfico e se torna uma espécie de primeira dama oferecendo aos comunitários tudo aquilo que o poder principal não faz. Ora, vamos e venhamos que precisamos acordar, conhecer a realidade, sim, mas não colocar vendas nos olhos e permitir que verdadeiras escolas de crime sejam colocadas nos lares brasileiros através da força irrefutável da televisão. Sou contra a censura, mas não sou contra a educação. E a televisão, concessão  pública, tem compromissos com a realidade, com a emoção, com a verdade, mas sobretudo com a preservação dos mínimos valores que uma sociedade precisa ter. É bom pensarmos nisso.

É hora de reciclar! O que?

Todo mundo nasce com uma matéria prima boa. O tempo, a educação, a maneira de olhar e viver a vida, tudo vai transformando esse material em um acabamento de primeira, de vida longa e boa, ou não. Alguns, tornam-se médicos eficientes, bons administradores, cientistas de renome e até mesmo os melhores operários, as mais eficientes copeiras e arrumadeiras e um tanto de outros vão para caminhos errados, entram na faixa do crime em suas diversas facetas. E há os que, necessário para o país, tornam-se políticos e, através dessa que deveria ser uma ciência e a base de toda a cidadania, locupletam-se, descumprem as leis que eles mesmos fazem e viram de ponta cabeça o país que deveria dormir em berço esplêndido. Claro que, muitos outros dessa faixa dão bons exemplos e tentam virar o que foi revirado por aqueles. A exemplo do que pregamos e fazemos hoje, reciclando materiais velhos e usados e fazendo-os voltar à condição de matéria prima, o mesmo deveríamos fazer com grande parte da classe política, separando o joio do trigo, triturando-a, dando-lhe novas noções de cidadania e de sociedade, mostrando os verdadeiros desígnios da política e, quem sabe, criando novos produtos, jovens produtos, para ocuparem de novo as cadeiras legislativas, executivas e judiciárias, com a probidade que se faz necessária, com a decência que o Brasil pede e merece. É hora de reciclar na acepção da palavra. O resto é produto falso.

Onde há fumaça, há fogo

A fumaça já apareceu, bem cinzenta, bem mostrada para todo o Brasil ver que este governo adora aumentar impostos para tapar o buraco feito por ele próprio. Assim foi com o imposto sobre combustíveis que está colocando os carros nas garagens e assim será com o Imposto de Renda, doidos que estão para pegar os contribuintes assalariados, aqueles que menos ganham e que, proporcionalmente mais pagam. Vamos e venhamos que uma alíquota de 35% não é nada adequada aos padrões brasileiros, a não ser que esta e até maior fosse aplicada às grandes fortunas que até hoje não receberam a concretização de ameaças de vários governos. O fato é que, ainda que o país precise de reformas o aumento de impostos não é o que deve ser feito, até sob  o aspecto psicológico de uma crise econômica como a que vivemos. Diminuir sensível e abruptamente os gastos do governo, isto sim, um dos caminhos mais prováveis para acontecer o êxito, ao mesmo tempo em que o reforço ao combate à corrupção venha cada vez maior. Mas mexer no bolso do assalariado exatamente agora? É querer realmente que fumaça vire um fogueirão.

Onde está a caveira de burro?

Dizem os mais chegados que a grande operação que vem por aí, mas que não tem nada a ver com a Lava Jato ou outra dessas investigações contra a corrupção, será a “Operação Caveira de Burro”. Sob o comando do presidente Temer visa descobrir onde está a famosa azarada que vem atuando muito no seu governo, tanto no executivo quanto no legislativo.

Desde Dilma até agora, as coisas vem piorando incrivelmente para os ocupantes dos palácios presidenciais e, de tal forma, que o Temer saiu do Jaburú, foi para o Alvorada, sai de lá e voltou pro Jaburú, mas de nada adiantou. Pior é que ele não pode deixar o Planalto, a não ser que seja de vez.

Aí ficam todos se perguntando entre si, por onde anda essa caveira. Estará com o Cunha? Com o Aécio? Ou estará no Rio Grande do Sul com a ex-ocupante de Brasília?

O fato, logicamente supersticioso é que os mais chegados dizem que, de umbanda a candomblé, de exorcista a bênçãos de padre, tudo tem sido tentado para achar, destruir e acabar com a maldição da “caveira de burro”.

E por onde andará a danadinha?

Huumm! Será que está com Donald Trump nos jardins da Casa Branca?