TRÊS MEDIDAS

Geoberto Espírito Santo

GES Consultoria, Engenharia e Serviços

“Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele.” (Henry Ford)

          Começo fazendo a pergunta se a atual crise hídrica é cíclica ou se é produto de uma mudança de regime pluviométrico de longo prazo. Fazendo a ressalva que não sou negacionista, coloco em dúvida a segunda opção porque tivemos um racionamento de energia elétrica no Nordeste em 1978/1979, um no Brasil em 2001 e agora a ameaça de outro em 2021. Nosso sistema é planejado com um risco de déficit de 5%, ou seja, um risco de um racionamento a cada 20 anos. É um ciclo que se repete, muito embora a hidrologia não possa ser totalmente responsabilizada por essas três ocorrências de falta de produto.

          Essa não é a pior crise hidrológica na maioria dos reservatórios do país, mas sim na Região Sudeste, que tem 70% da capacidade de armazenamento para geração de energia elétrica e muito especificamente na Região Hidrográfica do Paraná. Vale lembrar que, em 2014, houve uma crise hídrica na cidade de São Paulo, quando a queda média das afluências foi de 25%, tendo se recuperado nos anos seguintes. Segundo a ANA (Agência Nacional de Água e Saneamento Básico), não é um caso de falta de água para o consumo humano, mas, para os usos não consultivos, com impactos na vida nacional que ocorreram por conta da paralização da hidrovia Tietê-Paraná, na área de turismo e lazer, além da geração de energia. O conceito de uso múltiplo dos rios sempre vai ser conflituoso, mas a prioridade para o uso da água deve ser sempre para aquilo que for de maior relevância para o país como um todo e, no balanço das relevâncias, na atual conjuntura, a prioridade é a geração de energia elétrica.

          O modelo do setor elétrico é construído na contratação de garantia física, ou seja, quanto da potência instalada de uma fonte vai, realmente, gerar energia elétrica. Uma hidrelétrica, geralmente, tem uma concessão de 30 anos e, é claro, que uma garantia física contratada considerando um determinado volume de água deve ser revista quando muda a hidraulicidade. Normalmente, deve ser revisto entre 4 ou 5 anos e o investidor remunerado na garantia física que não pode mais entregar por causa de condições que não são de sua responsabilidade. Outra questão que envolve diretamente o cálculo da garantia física é a água que é retirada para irrigação, indústria, consumo humano e animal, sem registro, sem controle, inclusive utilizando energia incentivada, que, se feita a montante da usina, vai diminuir a água turbinável e reduzir a GSF (Garantia Física do Sistema).

          É bom lembrar que térmicas de ciclo aberto consomem muita água para resfriar as máquinas, sem retorno, e um exemplo sempre citado é o das usinas do Complexo Portuário de Pecém, no Ceará, autorizada a captar um volume diário de 70 milhões de m3 do Castanhão, que daria para abastecer uma cidade de 600 mil habitantes. A inserção de fontes intermitentes, como eólica e solar, sejam endereçadas para o mercado regulado, mercado livre e/ou geração distribuída, que funcionam apenas 8 horas, sem baterias para acumulação, as 16 horas restantes do dia vão ser abastecidas por hidrelétricas ou por térmicas. Existem outros argumentos muito mais técnicos, certamente imperceptíveis para o grande público, fazem com que o Brasil tenha 175 GW instalados em sua matriz elétrica para atender a uma demanda de 70 GWmédios, investimento adicional que é repassado para o consumidor via tarifa, a 2ª mais alta do mundo.

Nem parece que estamos com dificuldades para o atendimento da demanda de energia elétrica no curto prazo. Com grande dependência da hidroeletricidade para funcionar como lastro do sistema, para assegurar um modelo 24 x 7 (24 horas por dia nos 7 dias da semana), a aposta em São Pedro não deu certo e a expectativa da volta das chuvas no Sudeste é para início de novembro. Recentemente houve uma pequena melhoria na ENA (Energia Natural Afluente), mas até lá a capacidade de armazenamento total pode chegar entre 10% e 15%, o que significa uma dificuldade operacional muito grande para manter o sistema em pé. O governo adota a postura de não fazer alarde e a população não está nem aí para a economia de energia, pois afinal de contas está saindo de uma pandemia e quer mesmo é tirar a diferença do que não pode fazer por mais de uma ano.

          Na situação em que estamos, as medidas contra a crise hídrica no curto prazo são: rezar para chover, maximizar a geração de todas as formas e racionalizar o uso da água; no futuro, investir em mais hidrelétricas com reservatórios, inclusive em usinas reversíveis, em nucleares na base e térmicas, tanto flexíveis como inflexíveis, ditadas pelo planejamento da expansão do sistema. A defesa das hidrelétricas é sustentada nos seguintes números: na China, existem 47 mil reservatórios, sendo que 23 mil são de hidrelétricas; na Alemanha, existem 7,3 mil hidrelétricas; e na Noruega, que se abastece com 94% de hídricas, utiliza o óleo e o gás para gerar divisas com exportação. É preciso acelerar a realização dos leilões para contratação de lastro, separado da energia, pois não é possível continuar investindo em fontes intermitentes sem energia de base, com todos os consumidores pagando pelo lastro e, pela energia, somente aqueles que realmente a utilizam.

          Nos últimos tempos houve um desbalanceamento entre a construção de térmicas e das renováveis de alta variabilidade. A situação não está pior porque, por recomendação do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), o governo autorizou o despacho térmico fora da ordem de mérito desde outubro do ano passado, que teria permitido economizar cerca de 53 GW em armazenamento hídrico. Ordem de mérito para o ONS é, para atendimento da demanda, colocar para operar primeiro as usinas mais baratas, que são as hidrelétricas.

          Dentre as medidas para evitarmos um novo racionamento de energia elétrica neste ano está a redução de consumo e, nesse caso, os melhores resultados são alcançados com a redução da demanda no segmento industrial na hora do pico do sistema. O MME (Ministério de Minas e Energia) publicou no DOU (Diário Oficial da União) a Portaria Normativa nº 22/GM/MME/2021 estabelecendo as diretrizes para que as indústrias que estão conectadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) apresentarem suas ofertas de Redução Voluntária de Demanda de Energia Elétrica (RVD). A ideia é permitir que o setor industrial e os grandes consumidores de energia elétrica façam uma redução voluntária da sua demanda nos momentos de alto consumo do sistema. Com isso, o governo espera estimular à indústria para diminuir a pressão sobre o SIN nesse contexto de escassez hídrica, situação que impõe grandes desafios operacionais no atendimento à demanda e por isso é cabível esse tipo de medida.

          Para as unidades consumidoras do Grupo B das classes de consumo residencial, industrial, comercial, serviços e outras atividades, rural e serviço público do mercado regulado, o MME instituiu o Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica. O consumidor que reduzir seu consumo, nos meses de setembro a dezembro de 2021, entre 10% e 20% em relação à média do que foi consumido nos mesmos meses de 2020, receberá um bônus de R$ 50 para cada 100 kWh, que será calculado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e pago automaticamente, na fatura de janeiro de 2022. Com ele, espera-se reduzir a demanda em 914 MWmed, o que representa 1,41% do consumo do SIN. Esse bônus deve custar cerca de R$ 339 milhões por mês, que serão custeados pelos Encargos de Serviço do Sistema (ESS).                                                                

GES Consultoria, Engenharia e Serviços

BARTPAPO de casa 68

Convidados:

Rostand Lanverly – pres. da AAL

Bruno Palagani e Andrey Vieira

Ilan Oliveira – diretor da Solution

Garagem do Coyothe

Cacau Brasil – poeta, compositor e cantor.

Ouvidor Geral 11-10-2021

“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 11-10-2021 – Geraldo Câmara

                                             ESTAMOS PERPLEXOS

                    Mas, por que perplexos? Porque tivemos tempo para ler, ver noticiários, entrevistas e, sobretudo, para pensar. Viajamos de férias dentro de nosso país e   descobrimos que a luta por um mundo melhor continua inócua. Pelo mundo afora a violência não escolhe mais porta, nem janela, nem calçada. Chega, não vê cor nem coração. Não vê idade, nem sexo, nem mais nada. Simplesmente chega como se fora prevista para mudar a face do mundo. Banalizada de tal modo a vida chegamos a nos surpreender com as notícias que já precisam ser bem diferentes para que nos abalem. Antigamente, uma agressão física era uma monstruosidade, um crime contra a pessoa era um fato que nos assustava por dias. Hoje, banais, não nos sentimos bem com isso, porque verificamos que, enquanto sociedade vamos aceitando a criminalidade como algo já comum em nossas vidas, em nossas cidades, em nossos caminhos. Queríamos ter lido menos, ter visto menos ou dormido mais. Precisamos reagir. Ficarmos perplexos não basta. Simplesmente culpar autoridades é pouco. Precisamos participar a todo o custo. Pregando ideias e ações, cobrando planos e estratégias porque, meus amigos, estamos lamentavelmente em guerra. E devemos nos sentir a todos, convocados para tentarmos minimizar um estado de coisas que nem a pandemia abalou. O mundo muda a cada instante. Se por um lado para melhor, por esse lado, da criminalidade, para muito pior.

DESTACÔMETRO

                O destaque vai para a jornalista de mancheia, Juliana dos Anjos, que brilha na TV Cidadã e que é profissional sob todos os aspectos, além de manter seu bom humor e simpatia com todas as pessoas que a cercam.

PÍLULAS DO OUVIDOR

Cinquenta por cento da população de Maceió já está inteiramente vacinada com as duas doses o que comprova o trabalho efetivo do município nessa área tão importante no momento. Parabéns à equipe que está à frente do projeto.

O DEM juntou-se ao PSL e acabou por criar um novo e imenso partido político que se chama União Brasil. Mais uma tentativa na área. Não sei no que vai dar, mas na verdade precisamos moralizar essa questão partidária custe o que custar.

Eita! Você sabe o que são “offshores”? Resumida e simplificadamente são dinheiros que são colocados no exterior, de preferência em paraísos fiscais. Pois é isso que o Ministro da Economia vai ter que explicar porque dizem que ele tem muito na Suíça.

Aliás, a CPI da Covid está servindo para que a gente entenda quanta coisa misteriosa existe em nosso país. Não tem nada a ver com Paulo Guedes, mas tem tanta gente que se implicou por lá que nem acreditamos que vá dar em alguma coisa.

À frente a jornalista Danielle Santoro, foi criado o site investindoporai.com.br que tem como objetivo mostrar facetas de investimentos e de desenvolvimento principalmente no estado de Alagoas. Grandes nomes são articulistas. Vai lá!

Dentre os articulistas estão o Secretário de Economia de Alagoas George Santoro, além de muito nomes como Fabrício Tanure, Eduardo Setton, Hermann Fernandes, Mariana Groth, dentre outros de peso. Sucesso, Dani!

O “bitcoin” é só uma das moedas virtuais que estão correndo o mundo. Como ela foi a primeira acabou nomeando todas as outras existentes por aí. Para investir nesse mercado é preciso conhecer o assunto e sobretudo conhecer com quem vai aplicar.

Já estamos cansados de ver aparecerem os golpistas de primeiro mundo que transformam o que pode ser um bom investimento em pirâmide financeira e com isso causando muito milhões de prejuízos para os incautos aplicadores.

Marcelo Beltrão (foto) tem se mostrado um político inteligente em todos os cargos que ocupa. Atualmente é o prefeito de Coruripe e com muita garra está fazendo uma administração de alto nível.

ABRAÇOS IMPRESSOS

                 

Os abraços impressos vão para a Secretária de Estado da Cultura, Melina Freitas que em breve vou levar ao Bartpapo para contar novidades nessa área tão importante para a

coluna BARTPAPO

Coluna BARTPAPO com Geraldo Câmara -Tribuna Independente–08-10-2021.

A PANDEMIA DO “ZAP”

Como carinhosamentenós chamamos o What’sApp, essa coisa fantástica que dominou o mundo e que indubitavelmente faz parte da vida e dos costumes das pessoas no dia a dia. Com um crescimento supersônico, o “zap” é o meio de comunicação entre pessoas e intergrupos que vai desde as conversas mais corriqueiras ao “e-commerce” que o envolve e que sem ele não teria enfrentado de maneira tão voraz os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Acontece que a magia do zap virou mania quando surgiu e explodiu de tal maneira no seu lugar de origem através do papai “facebook” que se tornou epidemia por lá, avançou por todos os países e enfim se instalou como uma verdadeira “pandemia” saudável, mudando costumes, criando soluções e muitos problemas também no seio da sociedade mundial, como sói acontecer com os produtos de primeira linha.

O “zap” cria situações inusitadas como possibilidades de roubos de celulares, uma vez que os frequentadores do famoso aplicativo não têm hora nem lugar para continuarem ligados enviando mensagens, recebendo mensagens e até usando as chamadas de voz e de imagem numa constante aproximação com seus mundos particulares e com os mundos de tantos outros que por ele aparecem, se fazendo amigos ou o são de fato e de direito.

Claro que como tudo que é universalizado o “zap” também tem seus prós e seus contras entre crianças e adultos, entre idosos provocando um estado de espírito que pode ir da alegria e da boa emoção à tristeza, à saudade, mas também à esperança ou à raiva desmedida. Nas mãos de criminosos o “zap” já proporcionou golpes e roubos pegando inocentes possuidores do mesmo usurpando-lhes ilusões e até dinheiro.

Tudo isto foi para que chegássemos à inusitada última segunda-feira, dia 4 de outubro de 2021 quando, sem que se saiba porque ou como o “zap” parou. E quando parou estacionou o mundo. Em pouco mais de seis horas de parada, todos os noticiários estavam mostrando reação das pessoas, de empresas que pararam de receber seus pedidos através dele e reação até das bolsas de valores que despencaram mundo afora causando um prejuízo de seis bilhões de dólares aos seus proprietários que, atônitos, presenciaram tudo sem entender os motivos da famosa “pane”. Tudo isto em apenas meia dúzia de horas.

As pessoas, surpresas, se perguntavam o que havia acontecido e como aquele aplicativo amigo fiel do dia a dia as havia deixado órfãs ainda que por poucas horas. Um mal que se espalhou rapidamente e aí é que volto ao título para reafirmar que entrou na história uma verdadeira pandemia. Boa sob vários aspectos. Ruim e viciante por outro lado. Mas como tudo que se encaixa no progresso, vitoriosa porque “pandêmica” no melhor sentido da palavra. Se é que pandemia pode ter melhor sentido. A intenção foi só mostrar o que uma febre mundial pode causar rapidamente e em todas as línguas. No caso, a pandemia do “zap”, Mas continue clicando que é bom demais!

Imagine um médico com dons de “fada”. Isso mesmo. Com a versatilidade de conhecer com profundidade sua função e ao mesmo tempo exercê-la na busca do sorriso das crianças. Milton Hênio, o mais famoso pediatra de Alagoas e alhures conseguiu a proeza de curar com as mãos, com os remédios e com o sentimento.

Carmem Lúcia parece ter nascido museóloga, mulher de cultura, escritora de mancheia. Carmem Lúcia, além dos livros e dos seus museus criou e cultiva o mais belo, cativante e sincero sorriso. Aquele dos que sabem onde pisam e por onde anda a felicidade.

PARE PRA PENSAR ( do meu livro do mesmo nome)

Influência é tão usada para o ilícito que perdeu o sentido do puro prestígio.

ALERTAS DO DIA

  • O Superior Tribunal de Justiça entendeu por bem referendar decisão promulgada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que condenou um pai a pagar indenização por danos morais a uma filha, em razão do abandono afetivo. Isso foi em 2012; serve de alerta para milhares de pais que praticam o “abandono afetivo” sem nenhuma consequência. Alerta para eles.
  • Bom alerta para os moradores deArapiraca, Piaçabuçu, Piranhas e Maceió, cidades alagoanas escolhidas para sediar a 17ª Mostra Alagoana de Dança. As apresentações acontecem entre os dias 10 a 24 de outubro, com a presença do público, seguindo as orientações das organizações de saúde e o decreto governamental de Alagoas.
  • O competente, Dinho Lopes alerta que, agora, todas as quintas-feiras as 18h30, haverá o show “OUTUBRO com SAMBA” no Fusion Grill restaurante . Seu SAMBA de final de tarde está garantido com 04 dos melhores sambistas da cidade. A cada semana um sambista convida mais três e a festa vai estar feita. A primeira foi ontem e nós perdemos. Que pena!
  • Alerta para algo inusitado. Meu filho está procurando um imóvel para comprar e tem visto alguns anúncios, alguns por imobiliárias e outros por proprietários ou corretores individuais. Por três vezes perguntou o preço, aceitou o valor e falou que iria pagar à vista. No que foi recusado porque a pessoa dizia do outro lado da linha que só vendia financiado. Se você entendeu me explique. Cheira a tramoia.

POR AÍ AFORA

# Um derramamento de óleo na California ou em qualquer lugar do mundo é sempre uma tragédia. E agora um inusitado: A Guarda Costeira está tentando determinar se o derramamento de óleo que ameaça as praias da Califórnia pode ter sido causado pela âncora de um navio que perfurou um oleoduto. É pra lascar!

#No total, 24 km de costa entre Huntington Beach e Laguna Beach, praias famosas no sul de Los Angeles também conhecidas por seus golfinhos, focas e outras formas de vida marinha, foram fechadas ao público. A pesca também foi proibida devido ao vazamento relatado acima. Ainda bem que parecem ter descoberto o motivo.

#Frances Haugen, uma ex-funcionária do Facebook que revelou as práticas secretas da empresa na mídia, denunciou que quase ninguém de fora da empresa sabe o que acontece dentro dela, onde o público é “repetidamente enganado” sobre os efeitos nocivos de suas plataformas. E apontou fortemente contra o seu papel social: “Isso enfraquece a democracia.” Será, Dona Frances?

#A primeira paciente com doença não terminal a sofrer eutanásia na Colômbia será Martha Sepúlveda, 51 anos, nascida no departamento de Antioquia, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA) há quase três anos. Com muita frieza ou com muita resignação, não sei, ela pediu um bolo com velinha e comemorou sua morte que vai acontecer no próximo dia 10 de outubro. É!!!!!

# E vários países da Europa que já estão abrindo suas fronteiras começam a se dar bem com a entrada de muitos turistas por lá. Um desses países que estava duro para a abertura é Portugal. Mas acabou capitulando aos desejos de tanta gente, principalmente do Brasil que gostaria de visitar ou até mesmo ir de vez para a “terrinha”.

ATÉ A PRÓXIMA

Amanhã, sábado é dia de “BARTPAPO com Geraldo Câmara” na BAND, canal 38.1 aberto e NET, canais 18 e 518, das 9 às 10h da manhã. Assista também pelo Youtube no canal “Programas do Geraldo Câmara. Fale conosco pelo geraldocamara@gmail.com ou pelo Whats’App 82 99977-4399