Ouvidor Geral 21-02-2022

Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 21-02-2022 – Geraldo Câmara

É ABUSO DEMAIS

Até parece que o Brasil é feito de gente completamente maluca, com o juízo fora do lugar, quando se trata de abuso sexual, uma prática que é absolutamente condenada, mas que é praticada no dia a dia por esses tarados que se acham os “porretas” como diriam os baianos. A influência de certos deles sobre jovens, sobretudo jovens mais simples, habitantes de periferias é incrível. O poder do dinheiro, o poder da força muscular são fatores que estimulam o tarado e muitas vezes fazem com que aquelas jovens pobres sejam fantasiadas com o poder de compra que eles têm. Na verdade, o abuso sexual existe em todos os níveis e nem sempre de dinheiro se faz o abuso. Pode ser pela posição, pelo cargo no trabalho, por mil argumentos que são utilizados sem contar o mais vulgar de todos que é o uso da força física. A denúncia é a saída. Sem ela nada acontece e tudo continuará como “dantes no quartel de Abrantes”. No dia em que “toda nudez for castigada” como diria o já saudoso Arnaldo Jabor, mas principalmente a nudez forçada, aquela que vem com a exigência, com a violência, com a manipulação sórdida, aí sim, as coisas podem começar a mudar e a virar. O respeito, acima de tudo o respeito é preciso ser imposto se não adquirido. Para que o abuso que nunca será extinto, pelo menos seja diminuído.

DESTACÔMETRO

O destaque vai para o Ten.Cel.André Alessandro Madeiro que além de comandar muito bem o Corpo de Bombeiros de Alagoas, também é piloto de aeronaves do governo, incluindo os helicópteros de salvamento e de condução.

PÍLULAS DO OUVIDOR

Fiquem atentos ao próximo Bartpapo, na BAND, sábado das 9 às 10 horas onde deverá ser entrevistado por mim o, quem sabe, futuro governador-tampão de Alagoas, deputado Paulo Dantas. Desejo que as coisas andem em Alagoas e com gente competente. O Dantas é.

Quem diria que o sério, sisudo e todo certinho Sérgio Moro iria ter um processo nas costas por sonegação de impostos? Quem diria, todo mundo diria, porque quem não anda bem no caminho político deixa margem, queira ou não queira, para que sujeiras apareçam.

E aí, hein, Bolsonaro? Foi para a Rússia enfrentar o Putin, fez cara de mau e só faltou dizer alguns impropérios aos jornalistas de plantão. Quando esteve com o Primeiro-Ministro da Hungria, um déspota, o chamou de meu irmão. É bem capaz de ser.

Fantásticas as comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna que, em 1922 encantou o mundo com uma verdadeira revolução nas artes plásticas, na poesia, em toda a forma de cultura. Foi tão revolucionária que ditou regras para artistas de todo o mundo.

Tassila do Amaral, com sua pintura absolutamente abstrata, com formas absolutamente renovadoras, continua influenciando artistas em todo o mundo por onde se vejam as suas obras. Oswald de Andrade na caneta e tantos outros dos famosos em 1922.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) convoca os servidores a participarem da Plenária Virtual dos Servidores Públicos Federais de Alagoas, que será realizada nesta terça-feira, dia 22 de fevereiro, às 19h.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), José Carlos Lyra de Andrade a visita do ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira, que tem o nome incluído entre os postulantes ao cargo de governador do Estado. Mais um que quer voltar.

E a propósito de candidatos, o ex-prefeito Cícero Almeida que saiu da prefeitura com 87% de aprovação deverá colocar seu nome nesta eleição com vistas à Assembleia Legislativa. Sinceramente, com o número de seguidores que ainda tem deverá ser eleito.

Fiquei impressionado quando entrevistei para o Bartpapo a vereadora Teca Nelma (foto). Que tivesse herdado alguma coisa da mãe deputada, tudo bem, mas Teca tem luz própria e está se projetando como uma política de mancheia. Parabéns!

ABRAÇOS IMPRESSOS

Os abraços impressos vão para o jovem presidente do DETRAN-A, Adrualdo Catão que à frente daquele órgão tem mostrado poder administrativo e político e uma excelente visão de como aquela instituição deve ser conduzida e longe dos vícios de outros tempos.

Ouvidor Geral 14-02-2022

“Ouvidor Geral” para ojornal Primeira Edição de 14-02-2022 – Geraldo Câmara

                          A GRANDE EMPRESA BRASIL S/A

                No dia em que os brasileiros, condutores ou não do processo convencerem-se de que o país precisa ser administrado como uma grande empresa não tenho dúvida de que os sistemas mudam, que as pessoas mudam e que o Brasil começará a entrar em outra fase de responsabilidade funcional e processual. E quando o digo afirmo que teremos que fazer uma verdadeira revolução de métodos e sistemas começando pela desburocratização, um dos grandes cancros na administração publica. Não que ela não seja necessária, mas exageradamente deve ser expurgada. Não se concebe que um processo pequeno de licitação deva passar por tantas fases e contra fases que, no final das contas percorra um assustador tempo de mais de seis meses para ser finalizado. Não se concebe um fluxograma inter-poderes e inter-estados, municípios e união tão impossível que chega às raias do ridículo. No entanto, se a gestão pública começasse a ser tratada com as regras da empresa organizada com todos os controles possíveis e imagináveis, mas com a velocidade que valoriza o lucro não tenho dúvidas de que estaríamos vendo o nascer de um novo Brasil. Talvez a grande moralização e um dos combates à corrupção passe pela simplificação, já que o complicado sempre foi sócio do errado, da jogada e do famoso jeitinho brasileiro. Pensemos e levantemos a bandeira de um novo país: Brasil S/A. 

DESTACÔMETRO

                    O destaque vai para a incrível Maria Helena Russo Lessa que sabe integrar forças para estar presente em operações importantes de sua vida e dar a sua máxima atenção enquanto presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer. Merece destaque e aplausos. 

PÍLULAS DO OUVIDOR

Estou preocupado, como acho que muita gente também está com o rumo dos acontecimentos e das não negociações positivas em relação ao embate entre a Rússia e a Ucrânia. Se todos avaliarem melhor qualquer invasão ali pode ser uma guerra mundial.

O presidente dos Estados Unidos Joe Biden já deixou bem claro que não vai permitir que tal invasão aconteça e caso ocorra, sem dúvida alguma haverá intervenção dos Estados Unidos em nome da paz mundial.

Será mesmo em nome da paz? Acho que qualquer um dos dois líderes que começar a guerra estará cometendo um grande crime contra a humanidade. Porque a guerra será de botão. Quem apertar melhor e certo destrói o mundo.

Aí é brincadeira. Estamos tentando sair de uma outra e enorme guerra mundial que é a pandemia do Coronavírus, Ômicron e sei lá o que e que vem matando gente nem se sabe quanto, quando os dois líderes ficam brincando de apertar botão! Tenha dó!

O Senai, juntamente com a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação Secti e a Fapeal, lançou o edital de seleção de mentores para o programa Mentoring Team. O contrato é de 24 meses e a bolsa mensal, de R$ 8 mil. As inscrições serão encerradas no dia 8 de março.

Os bolsistas selecionados vão atuar no apoio às empresas e empreendedores que participam dos diferentes programas de incentivo ao empreendedorismo inovador no estado, como o Centelha, GDH, Lagoon, PPG Empresas, Tecnova, entre outros.

Sesi, Sinduscon/AL)e a Ademi/AL) iniciaram, nessa quarta-feira, 9, a distribuição de 1.950 kits escolares para dependentes de trabalhadores de 23 construtoras alagoanas. A entrega simbólica dos primeiros kits aconteceu em um canteiro de obra na Jatiúca.

A Campanha do Kit Escolar foi retomada após o retorno das aulas presenciais para milhares de estudantes afetados pela pandemia de Covid-19. O objetivo da ação é contribuir na melhoria do desempenho escolar dos dependentes dos trabalhadores das indústrias do setor.

O prefeito de Luciano Barbosa (foto) que poderia vir a ser o governador do estado não houvesse entrado para prefeito de Arapiraca, vem mostrando grande habilidade na condução dos destinos daquele importante município. Luciano é um “ás” no que faz.

ABRAÇOS IMPRESSOS

                Os abraços impressos vão para o grande advogado especializado em trânsito e que já desenvolveu a famosa Lei Seca no estado. Estou falando de Emannuel Costa, uma grande figura que absorvi como um bom amigo e profissional

CHOQUE NO BOLSO

Geoberto Espírito Santo

GES Consultoria, Engenharia e Serviços

No Brasil, temos dois ambientes de contratação da energia elétrica: o ACR (Ambiente de Contratação Regulado) e o ACL (Ambiente de Contratação Livre). No ACR estão os consumidores das distribuidoras de energia, que pagam tarifas definidas pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Não cabe aqui aquela velha discussão, para mim já superada, entre empresa pública e privada, entre estatização e privatização. As regras traçadas pela ANEEL devem ser obedecidas por todos, independentemente de quem sejam seus acionistas. Lucro maior, menor, ou prejuízo, depende da gestão das empresas. Normalmente, essas regras são definidas depois de serem submetidas à Análise de Impacto Regulatório (AIR), Consultas Públicas (CP) e Audiências Públicas (AP).

No ACL, temos duas modalidades de consumidor: a) livres, aqueles com demanda mínima contratada de 1.000 kW e podem ser supridos por qualquer fonte geradora; b) especiais, aqueles com demanda contratada entre 500 kW e 1.000 kW, mas só podem ser supridos por fontes renováveis. Os preços são negociados livremente entre geradores, comercializadores e consumidores, sem a interferência do Poder Concedente. O controle e liquidações da comercialização de energia elétrica é feito pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e o suprimento pelas mesmas instalações utilizadas pelos consumidores do mercado regulado, também conhecidos como cativo.

O ACR tem hoje 89 milhões de consumidores e o ACL em torno de 10.000 unidades de consumo, esses já representando 35% do nosso mercado de energia elétrica. A grande tendência é que todos os consumidores sejam livres em 2030, escolhendo qual a comercializadora que vai fornecer energia. A distribuidora, como a conhecemos atualmente, funcionará como supridora de última instância, ou seja, oferecendo o serviço através da sua rede de distribuição e subestações transformadoras. Poderemos ter uma portabilidade parecida com a que vemos atualmente na telefonia, pois assim já funciona em vários países.

As agências reguladoras existem há mais de 100 anos nos Estados Unidos. A ANEEL foi instituída em 1996 para ser a reguladora do mercado, ponto de equilíbrio de possíveis conflitos entre o capital privado e o estatal, que começavam a conviver em ambiente de competição. No setor elétrico, o investimento estatal já perdia fôlego, também pela necessidade desses recursos serem utilizados nas áreas sociais desse país de desigualdades gritantes. A Eletrobras, por exemplo, que outrora investia anualmente entre R$ 12 bilhões e R$ 14 bilhões, sua capacidade financeira caiu em média para R$ 3 bilhões, vindo assim, paulatinamente, perdendo mercado e daí a decisão de privatizar. Na concepção de uma Agência Reguladora, órgão de Estado, diretores portadores de mandatos que não podem ser demitidos pelo governo de plantão, com independência financeira, administrativa e quadro de profissionais tecnicamente preparados e bem remunerados porque não pode ser capturada, nem pelo governo, nem pelos empresários, nem pelos consumidores.

Especialistas do setor de energia do Instituto Clima e Sociedade (iCS) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) fizeram um alerta ao próximo governo, que deverá ser pressionado pelo aumento nas tarifas de energia elétrica. Essa verificação foi feita após as contratações para garantir o suprimento de energia elétrica durante a crise hídrica e passaram a defender uma revisão no setor para encontrar soluções estruturais para contas tão caras. Além dos custos normais com a geração, transmissão e distribuição da energia elétrica, as recentes decisões do governo para enfrentar a crise hídrica beiram os R$ 140 bilhões a serem pagos pelos consumidor ao longo de vários anos, que certamente vão pressionar a conta de luz porque tem empréstimos bancários e juros num cenário de inflação com dois dígitos. 

O IDEC defende uma mudança de como é feito o pagamento da inadimplência nas contas de luz. Hoje, as distribuidoras dividem os custos das contas que não foram pagas pelos inadimplentes para os demais consumidores, com exceção daqueles que pagam a Tarifa Social. Dados da ANEEL mostram que o residencial de baixa renda é a classe que acumula um maior nível de inadimplência, pois no ano passado chegou a 39,41% das famílias que deixaram de pagar a conta pelo menos em um mês.

Quanto menor for a renda familiar, maior será o gasto proporcional que é utilizado para pagar as contas de luz e gás. Pesquisa realizada por Paula Bezerra, economista e doutora em Planejamento Energético da COPPE/UFRJ, para cada 10 brasileiros, 4 usam pelo menos 50% da sua renda para pagar energia, sendo atualmente o botijão de gás o seu maior vilão. Outra constatação foi que “os 10% mais ricos consomem duas vezes e meia mais eletricidade do que os 10% mais pobres, mas a renda deles é 44 vezes maior. A conta de luz, portanto, não fura o bolso das parcelas mais ricas da sociedade. As agências internacionais consideram uma pessoa “energeticamente pobre” aquela que precisa gastar mais de 10% da sua renda para saldar compromissos com energia, fato que aconteceu em 2018 com mais de um quinto da população brasileira.

A tarifa de energia elétrica no Brasil é a 2ª mais cara do mundo, quando utilizamos a PPC (Paridade do Poder de Compra). O consumidor de energia elétrica que paga tarifa reclama com razão mas precisa ser informado que está pagando os subsídios para o mercado livre, geração distribuída com painéis solares e desconto de 65% para a baixa renda. Isso sem contar com as mazelas do setor, que é um assunto de maior profundidade. As respostas são sempre dadas em meias verdades, com cada segmento interessado mostrando apenas o lado da questão que lhe interessa. Certamente que a precificação da energia é um problema mundial e, é claro, que não pode ser resolvida apenas com a transferência de renda, precisando, realmente, de uma medida econômica e de ajustes no modelo.

Não sou contra o mercado livre, a geração distribuída, muito menos o uso das fontes solares e eólicas para a geração de energia elétrica: só não quero pagar uma conta mais cara para os outros “economizarem”. Para uma necessária “transição energética” está sendo feita uma “substituição energética”, na velocidade dos negócios, cheia de subsídios, gerando inflação, rompimento de contratos e perda de empregos. Por incrível que pareça, depois de todo esse investimento em renováveis, que já tem uma dívida global sustentável de US$ 4 trilhões, o mundo contínua a depender dos combustíveis fósseis, mais precisamente do carvão e do gás natural, combustíveis que podem gerar eletricidade durante 24 h/dia.

Todas as fontes de energia têm seus atributos, possuem vantagens e desvantagens no seu uso e cada país deve planejar seu sistema elétrico levando em conta os vários ângulos da questão energética: entre o físico e o antropológico; entre o social e o econômico e entre o técnico e o sistema de poder. As políticas públicas não podem ser guiadas apenas com o foco nos gases de efeito estufa. Estamos falando de recursos naturais e humanos, disponibilidade, tecnologia, modelo de sociedade, preços e geopolítica. Nossa matriz elétrica já é composta de 83% de fontes renováveis e não nos interessa modelos importados que não atendam aos interesses da sociedade brasileira.

coluna BARTPAPO 11-02-2022

Coluna BARTPAPO – Tribuna Independente – 11-02-2022. Geraldo Câmara

UMA AULA DE POLÍTICA

Esqueçam as pieguices e falemos de um executivo de alto nível que comanda uma instituição milenar como é a igreja católica e que, dentre outros objetivos puramente religiosos tem também o de planejar o social, o de lutar por melhores condições de vida para a humanidade, por mais ética e por dirimir os efeitos da fome, principalmente entre as crianças e os velhos do mundo.

Ouvimos o Papa Francisco em sua entrevista a uma rede de televisão, há alguns anos afirmar em alto e bom som que a ele não importava se a religião fosse católica, evangélica, judia ou qualquer outra. Se cada uma delas continuasse a buscar resolver o problema da fome e, a cada dia, permitisse que uma criança se alimentasse, ele ficaria satisfeito e pouco se lhe dava quem o fez.

Isto se chama altruísmo, noção de objetivo, de fim e não de quem conduz os meios. Tentemos transportar isto para a política brasileira, para os executivos e partidos que brigam e entre si pouco rendem. Tentemos lembrar as brigas do “não continuo porque foi do prefeito ou do governador anterior” e todas as mesquinharias que empatam a continuação de bons programas e, o que é pior, impedem o matar a fome como se deve, buscar amparo social como lhes seria permitido e criar melhores condições de vida para a população.

O que o Papa disse e aqui repito é que “devemos nos dar as mãos para o a solução dos problemas mundiais e que neste dar as mãos podemos racionalizar e crescer para o bem de cada localidade que possamos dirigir”! E sou eu quem diz, agora. O Papa não sabe em que guerra estamos nós. Não sabe em que tipo de vergonha situam-se as legendas partidárias quando só se ajudam em combate, em época de eleições, em momento de composições e coligações. Coligações falsas e simplesmente eleitoreiras.

Que bom seria esse país se os partidos existissem para colocar em postos executivos pessoas comprometidas com projetos e que se relacionassem bem com todas as esferas! Que bom seria se as nossas bancadas fossem unidas de fato e de direito e que os bons projetos e boas emendas fossem trabalho de todos e não apenas de um.

O cooperativismo político está longe, mas bem que estaria na hora de chegar. Porque, usando as palavras do Papa, “unidos seremos fortes e, sem dúvida, botando água no feijão, sempre caberá mais um em nosso coração”. O problema é fazer e não falar. Aproveitar os jovens que “estão sendo descartados” e “a sabedoria dos velhos”. Velhos que não podem levar para seus túmulos essa sabedoria sem deixá-la para as gerações que vão nos governar”.

O futuro chegou e só acredito no futuro de mãos dadas, cooperativado entre gerações, ensinamentos, experiências e motivações de todos os tempos. Ninguém é dono da verdade e jamais, sozinho, construirá nada. 

 


Foto 1 – Cel Wellington Bittencourt – Um comandante confortavelmente instalado no comando da Polícia Militar do Estado de Alagoas porque admirado por colegas e subordinados levando a efeito a sua missão dentro de todas as prerrogativas que são inerentes ao caráter e à boa personalidade. Simpático, afável, amigo de seus amigos, as informações da pessoa são formidáveis em todos os aspectos. Por tudo isso sua ingerência sobre a tropa é tranquila e muito bem aceita em todos os escalões, o que é uma necessidade do comando, principalmente em se tratando da Polícia Militar onde o contato com a sociedade precisa ser equilibrado e coerente. Wellington ou simplesmente Bittencourt faz a diferença.

Foto 2 – Renato Filho – O homem é jovem, simpático, parece saber onde tem o nariz e começou cedo na política e na vida. Na vida, levado por seus pais, pela educação que recebeu e pelo que se propôs a fazer. Cedo ingressou na política e está por terminar seu segundo mandato como prefeito do Pilar. Lá mostrou o que sabe, aprendeu com os erros que todos cometem, cresceu e colocou Pilar entre as cidades respeitadas do estado de Alagoas. Na educação., na saúde, na segurança principalmente tirando a antiga pecha de que a cidade era a rainha da violência. Por tudo isso e muito mais seu nome está colocado como um provável candidato ao governo do estado substituindo o outro jovem vencedor. Mas Renato tem muito tempo pela frente e segue muito bem o seu destino

PARE PRA PENSAR ( do meu livro do mesmo nome)

Caminhar ou correr pouco importa. O que vale é pisar firme, equilibrado e consciente do caminha a trilhar. Só assim chegamos lá.

ALERTAS DO DIA

  • Equatorial assina termo de cooperação com a Prefeitura de Maceió para construção de primeiro Eletroposto da capital de Alagoas. Além de oferecer um ambiente para carregamento de veículos, o projeto irá disponibilizar 10 bicicletas elétricas para uso gratuito da população. O novo empreendimento, no Stella Maris irá oferecer um ambiente para o carregamento de carros e bicicletas elétricas.  Um bom princípio. Carro elétrico sem Eletroposto não funciona.
  • Na última segunda-feira a avenida Leste-Oeste foi interditada por um grupo de moradores de um conjunto de casas próximo e que estaria ameaçado por um deslisamento. Sabemos que esse é um problema sério e que deve ser comunicado imediatamente às autoridades da Defesa Civil. No entanto, interromper uma via pública de alta circulação num momento de tráfego intenso é absolutamente descortês com a população que acaba por ficar contra os manifestantes. O alerta é para que as pessoas procurem civilizadamente fazer suas reivindicações.
  • Último sábado voltava de um almoço em casa de um amigo pela AL101-Sul dirigindo normalmente quando passou por mim um bólido. Um carro possante mostrando ainda mais a sua potência em manobras mirabolantes e irresponsáveis em uma hora de certo movimento de volta para casa. O alerta vai para a Polícia Rodoviária Federal porque o louco da direção passou exatamente em frente ao posto que não tinha absolutamente ninguém. É bom pensar, PRF. A simples presença já faz a diferença. Por onde andam?
  • Vi uma excelente reportagem em uma de nossas emissoras aboradando o tema da compre de remédios fitoterápicos pela internet, principalmente os voltados para o emagrecimento. Algo totalmente irresponsável, de ambas as partes. De quem vende e de quem compra. Até porque os ditos remédios não são prescritos por médico, não têm avaliação da Anvisa e, portanto, não podem ser consumidos de maneira irresponsável. Acho que, na verdade, falta fiscalização, mas fica o alerta para que sejamos fiscais nós mesmos.

POR AÍ AFORA

# Essa questão da guerra, fria ou quente, entre a Rússia e a Ucrânia, nem preciso dizer o quanto é perigosa e o quanto pode estar colocando em risco o mundo. Se a Rússia cair na besteira de fazer qualquer tipo de invasão à Ucrânia, sem dúvida receberá o troco ou a resposta dos Estados Unidos imediatamente. É bom verificar e ficar de olho que nesta última semana todas as fronteiras russas que levam à Ucrânia estão ocupadas por tropas vermelhas como que numa ameaça visual deixando claro para o mundo que não vai admitir a entrada da Ucrânia na OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte.

# Há uma grande discussão agora na França porque as autoridades daquele país estão querendo fazer renascer os programas nucleares. Tanto que o assunto vem agitando a classe po~itica com a aproximação das eleições presidenciais por lá. Um dos candidatos propõe abrir catorze reatores nucleares enquanto outro quer abrir seis. Não importa o número. O que faz a diferença é a reação mundial com a volta desse tipo de investimento. Contrário totalmente ao meio ambiente.

# Pense numa confusão e analise essa mudança que o INSS fez com a questão de prova de vida. Está certo que era uma tremenda de uma chateação as pessoas terem que se locomover todo ano para irem a uma agência bancária ou do próprio INSS para dizer que está vivo. Em bom tempo quem vai fazer isto agora é o próprio INSS que vai usar dados, os mais diferentes, para cruzá-los e através disso provar que o cidadão existe “Vivinho da Silva”. Ora preparem-se para um monte de cruzamentos errados, de confusão por todo o sistema. Espero estar completamente errado, mas que vem muito “furdunço” por aí, vem!

# Agora, sim, a confusão vai aumentar com essa compra da OI, feita pelas outras três empresas de telefonia do Brasil. Cada uma ficou com uma parte, cada uma vai querer oferecer mais aos seus clientes baseados em nada e cada uma vai promover mais ligações esdrúxulas para nossos celulares oferecendo mundos e até os fundos sei lá do que ou de quem. Isto porque, em se tratando de uma venda partida as compradoras vão querer mostrar avidamente quem fez o melhor negócio para nós, pobres clientes e aprisionados na vida celular. Porque para elas o bom negócio foi para nós, tá?

ATÉ A PRÓXIMA

Amanhã, sábado é dia de “BARTPAPO com Geraldo Câmara”, de volta ao modelo presencial. Na BAND, canal 38.1 aberto e NET, canais 18 e 518, das 9 às 10h da manhã. Em Arapiraca, canal 45.1. Assista também pelo Youtube no canal “Programas do Geraldo Câmara”. Fale conosco pelo geraldocamara@gmail.com ou pelo Whats’App 82 99977-4399

BARTPAPO presencial 05-02-2022

Convidados:

Dario Arcanjo – Reitor da UNIT em AL

George Santoro – Secretário de Estado da Fazenda de Al.

Fábio Rosa – analista do SEBRAE