De dois em dois anos é a mesma coisa, a mesma luta, a mesma briga, a mesma guerra. Ora para o governo federal e estadual, deputados e senadores, ora para prefeitos e vereadores como será o caso do ano de 2018. Por conta da própria lei que manda que hajam desincompatibilizações para os ocupantes de cargos e assim possam se candidatar, aí começam as corridas, os interesses eleitorais, até os oportunismos em negociações as mais variadas. Governantes sérios procuram não permitir grandes comprometimentos para que suas administrações permaneçam intactas, o que é difícil, até o último dia de gestão. Administradores que já não concorrem à reeleição relutam em ceder a pressões, mas é preciso fazer sucessores e, por mais que não o queiram acabam tendo que convergir para esta ou aquela negociação política que leve à vitória. Poucos se preocupam em fazer com que a administração siga sem prejuízo para os projetos em andamento ou para a população. Dentre esses poucos, alguns tem exigido de seu secretariado que nada pare. Que tudo prossiga em ritmo acelerado até que o último dia de sua gestão se esgote. E, então, com toda a transparência, o novo governante receba o bastão e encare o seu mandato como simplesmente o dia seguinte.A dúvida, a grande dúvida que fica para o próximo ano é a esdrúxula reforma política ora em andamento no legislativo. Interesses muitos em jogo e, realmente ninguém sabe nem no que vai dar nem se vai melhorar ou piorar. O jeito é esperar. Só que a disputa já começou. Continuar lendo “JÁ COMEÇOU A CORRIDA”