JÁ COMEÇOU A CORRIDA

De dois em dois anos é a mesma coisa, a mesma luta, a mesma briga, a mesma guerra. Ora para o governo federal e estadual, deputados e senadores, ora para prefeitos e vereadores como será o caso do ano de 2018. Por conta da própria lei que manda que hajam desincompatibilizações para os ocupantes de cargos e assim possam se candidatar, aí começam as corridas, os interesses eleitorais, até os oportunismos em negociações as mais variadas. Governantes sérios procuram não permitir grandes comprometimentos para que suas administrações permaneçam intactas, o que é difícil, até o último dia de gestão. Administradores que já não concorrem à reeleição relutam em ceder a pressões, mas é preciso fazer sucessores e, por mais que não o queiram acabam tendo que convergir para esta ou aquela negociação política que leve à vitória. Poucos se preocupam em fazer com que a administração siga sem prejuízo para os projetos em andamento ou para a população. Dentre esses poucos, alguns tem exigido de seu secretariado que nada pare. Que tudo prossiga em ritmo acelerado até que o último dia de sua gestão se esgote. E, então, com toda a transparência, o novo governante receba o bastão e encare o seu mandato como simplesmente o dia seguinte.A dúvida, a grande dúvida que fica para o próximo ano é a esdrúxula reforma política ora em andamento no legislativo. Interesses muitos em jogo e, realmente ninguém sabe nem no que vai dar nem se vai melhorar ou piorar. O jeito é esperar. Só que a disputa já começou.   Continuar lendo “JÁ COMEÇOU A CORRIDA”

Revolta Canina – por Mendes de Barros

Por mais incrível que possa parecer o senhor Gilmar Mendes,  Ministro do Supremo Tribunal Federal, a mais alta instituição judicial da república, respondendo a uma entrevista televisiva em  tom próprio de caçoada, declarou que “não é o rabo quem balança o cachorro. O cachorro é quem balança o rabo”.

Referia-se o ministro ao fato decorrente de uma decisão  de sua competência concedendo um “habeas corpus” e anulando uma prisão decretada por um juiz de instância inferior, contra acusado de corrupção.

Inaceitando a interferência, o juiz expediu novo mandado de prisão que, outra vez, foi anulado por outro “habeas corpus” do destemido Gilmar.

A manifestação do ministro comparando o rabo do cachorro com o animal propriamente dito leva ao entendimento de que o uiz, por ser de instância inferior, teria menor voluma que o seu ( dele, ministro) o que leva ao entendimento de que o ministro assumiu o lugar do cachorro em consequência do que, sobrou o rabo do cachorro para o juiz.

Com a mais absoluta certeza os caninos não aceitarão a imagem estupidamente grosseira e protestarão com um monumental latido esperand-se seja ouvido pelos que, realmente, sejam ministros do egrégio Supremos Tribunal Federal com as devidas responsabilidades intelectual, profissional e, sobretudo, moral indispensáveis ao exercício das funções definitivas do maior baluarte dos princípios constitucionais democráticos, da estrutura jurídica e, acima de tudo, da dignidade nacional, ultimamente agredida por grande número de integrantes do poder judiciário em todos os níveis de seu procedimento funcional.

Juiz não tem rabo. Quem o tiver que o balance nas esquinas da zona, jamais em audiências judiciais.

O salão de beleza

Ir ao salão de beleza é uma prática comum na vida das mulheres. Mas pela ótica do humor, pode ser assim.

Do nosso livro “O mundo real das Satiricrônicas”

Maria, Amélia, Tereza, o nome é que pouco importa…mas a elas muito importa frequentar diariamente um bom Salão de Beleza.

O Salão é de beleza, com certeza, mas em gostosa mistura o que tem mais é…feiura.

Velha que estica a pele, passa creme de limpeza, ou então sei lá o que.. Bardhal, Veloz HP. E quando a doença é crônica é só tomar em gotinhas três vidros de loção tônica. Continuar lendo “O salão de beleza”