Empresa é responsável pela publicação do Diário Oficial de Alagoas, principal ferramenta para validação e circulação de publicações das instituições públicas e privadas do Estado.
EXIBIDO EM 02.11.2017
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EXIBIDO EM 02.11.2017
O Cine Arte Pajuçara faz parte do Centro Cultural Arte Pajuçara e que é um espaço para promover a cultura a partir das artes visuais, artes cênicas, música e do audiovisual.
Aberto em 7 de novembro de 2013, o Centro Cultural possui mais de três décadas de história, pois ocupa o mesmo espaço dos antigos cinemas Pajuçara, Art Pajuçara e do extinto Centro Cultural SESI.
EXIBIDO EM 01.11.2017
Bartpapo com a folia! Saiba as novidades do carnaval 2018 da capital alagoana nesta entrevista com os representantes da LIGA CARNAVALESCA DE MACEIÓ.
EXIBIDO EM 07.11.2017

Carinhosamente chamado de Velho Chico no cinema, na TV e na música, o rio São Francisco é o maior e mais importante do Nordeste do Brasil. Ao longo dos seus 2830 quilômetros de extensão, existem seis usinas nele instaladas que podem armazenar até 97% da energia da Região, além de ser fonte de água para navegação, pesca, irrigação, consumo humano e animal.
No biênio 2016/17 foram registrados seus piores índices de Energia Natural Afluente (ENA), podendo no final do ano a hidrelétrica de Sobradinho, hoje com apenas 3%de armazenamento, ser desligada para que não chegue ao seu volume morto. Sua vazão normal seria 1300 m3/s, já foisistematicamente reduzida até 550 m3/s enão deve baixar mais pelo prejuízo que pode causar aos múltiplos usos do rio. Não há perspectiva de falta de energia nesse ano, mas essa situação exige uma operação cara e delicada.
Nesse momento, o pico de carga no Nordeste está 10.416 MW médios, sendo suprido com as eólicas (50%), térmicas (35%), hidrelétricas (14%) e solar (1%). Na análise das fontes verificamosque as eólicas são intermitentes, funcionam melhor com os ventos da noite e precisam das térmicas para assegurar o suprimento contínuo e economizar água. As térmicas aqui instaladas foram projetadas para operar no liga-desliga das horas de pico e por utilizarem óleo combustível, e até diesel, são poluentes e caras. Não é à toa que são chamadas de térmicas “bang-bang”,pela forma de operar,e Chanel nº 5, pelo preço. Por estarem agora trabalhando como energia firme na base do sistema, ou seja, sem desligar, os riscos de defeito aumentam e com eles os custos de manutenção para evitá-los. Se precisar de intercâmbio de outras regiões, não pode haver defeito nas linhas de transmissão na interligação Norte-Nordeste que participam do MRE (Movimento de Realocação de Energia). Muito embora a hidrologia abaixo da média histórica tenha grande influência, a situação crítica por que passa o suprimento de energia no Nordeste é estrutural. O sucesso da expansão das eólicas teria que vir acompanhada de térmicas na base com partida rápida para suprir a incerteza dos ventos, já que não temos mais água como opção. É preciso que fique bem claro não ser possível num sistema de potência interligado do nosso porte, ter seu suprimento com 100% de fontes eólicas e solares. Elas devem ser complementares em no máximo 30% porque não temos bons ventos durante o dia, nem sol durante a noite e, no momento, o armazenamento de energia nessas proporções é economicamente inviável. Assim, fica um vácuo de demanda a ser atendida que deve ser coberto com usinas de inércia, ou seja, por hidrelétricas e térmicas de partida rápida, para que seja assegurada a continuidade de fornecimento. Como não temos água, a melhor forma de recuperação dos reservatórios para o uso múltiplo dos rios é uma operação combinada de usinas solares, eólicas e térmicas com CVU (Custo de Valor Unitário) o mais baixo possível operando na base.
Atualmente, a melhor opção está no Programa Gás para Crescer, inicialmente utilizando o GNL (Gás Natural Liquefeito) importado, que está com sobreoferta no mercado internacional, até que possamos dispor do gás extraído do nosso pré-sal. Em paralelo,térmicas à biomassa operando como energia firme ou com alta inflexibilidade.
Geoberto Espírito Santo
Personal Energy – GES Consultoria, Engenharia e Serviços
Uma revolução, sim. De métodos e sistemas; de tecnologia aplicada; de conceitos novos e reformadores; de aspectos econômicos e sociais. Uma revolução cujo caminho começou a ser trilhado há muitos anos principalmente com a evolução tecnológica, com o advento da televisão, da informática, da avançada internet que colocou o Brasil e brasileiros no mundo. Uma enxurrada de informações boas e uma avalanche de informações e práticas ruins e criminosas que vêm abalando as cabeças de todos. Talvez seja chegada a hora de parar para pensar e refletir no que devemos fazer com o que foi conquistado. Talvez tenha chegado o momento de por ordem na casa, de fazer voltar os valores emocionais e da família, o patriotismo, as noções mais elementares de cidadania e de respeito ao próximo. A ciência não mede esforços para avançar cada vez mais utilizando-se dos inúmeros e renovadores recursos que já estão ao seu alcance. E, também contribui para que o homem não tenha mais limites no que sonha e no que deseja. Por isto, uma revolução a caminho precisa ser deflagrada. De métodos e sistemas nas nossas vidas. De tecnologia aplicada para o bem sem que se relaxe nos fatores humanos e sociais. Uma revolução para que nossos filhos e netos, para que as próximas gerações comecem a utilizar tudo sem esquecer do que seus pais e avós aprenderam e tentaram ensinar. Continuar lendo “UMA REVOLUÇÃO A CAMINHO”