EXIBIDO EM 28.11.2017
Bartpapo: Ambientalista Alder Flores
EXIBIDO EM 28.11.2017
EXIBIDO EM 28.11.2017

Já estamos em dezembro e em pouco mais de vinte dias é chegada a hora da virada, a hora em que o povo fica eufórico, acredita na beleza das festas, renova esperanças e crê que, no próximo ano, tudo será diferente e vamos acordar em um mar de rosas. Doce e falsa expectativa que a cada 365 dias se renova dentro de cada um de nós. Mas, na realidade, a virada que queremos, que desejamos para nossas vidas, para o nosso país, está dentro de cada um de nós, está numa reforma social que não passa apenas pelos políticos e politiqueiros, mas, sim, isto sim, pela vontade do povo de querer fazer mudar. E tudo avança com o comportamento desse mesmo povo que precisa mostrar civilidade nas mínimas atitudes que vão do não jogar lixo nas ruas, ao cumprimento entre os cidadãos, ao respeito pelos mais velhos, ao reconhecimento dos símbolos pátrios, à paciência com o próximo e à certeza de que juntos somos muito mais fortes do que esta minoria podre que insiste em governar o Brasil. Esses precisamos conhecer e alijar. E, então, os novos, não só na idade, mas no conhecimento e no sentimento e que devem ser mostrados, avaliados e experimentados num poder mais puro e menos interesseiro. Essa é a virada que o povo brasileiro pode fazer e comemorar. Esse é “reveillon” que tanto desejamos.
Advogado, pós-graduado em Mercado de Capitais com ênfase em Mercado de Futuros pela Faculdade Cândido Mendes – Rio, MBA em Marketing com ênfase em Marketing de Serviços pela Fundação Getúlio Vargas, foi titular das cadeiras de Direito Constitucional e Direito Internacional da Fadima – Faculdade de Direito de Maceió, Sócio do Grupo Parque das Flores, Diretor e Sócio da Direto Marketing Consultores Associados, Consultor de empresas com ênfase em Planejamento Estratégico e Planos Estratégicos e Táticos de Marketing.
EXIBIDO EM 27.11.2017
Antigo PTN (Partido Trabalhista Nacional) possui uma linha ideológica diferente. Não é de esquerda e nem de direita. Surgiu como uma legenda que procura responder aos anseios do povo por mudanças na situação de corrupção do Brasil.
EXIBIDO EM 24.11.2017

Imaginem um “reality show” onde os escolhidos para o confinamento seriam políticos. Melhor ainda, não haveriam escolhidos e os lugares seriam todos os frequentados por eles. Imaginem as câmeras funcionando e o Brasil inteiro ligado nas conversas, nos acordos, nas tramas, nos projetos – dentre eles os bons – que ajudam este país a crescer ou a diminuir dependendo dos interesses. Imaginem, bastando ligar as TVs, sabermos imediatamente que estaria havendo um plano para um grande mensalão ou que este ou aquele projeto, para ser aprovado, prometia mundos e fundos a altos e baixos cleros. Imaginem as conversas de bastidores nos restaurantes mais “chics” ou nos botecos mais simples dos interiores, onde prefeitos negociam emendas e outras coisas mais, dentre elas os superfaturamentos e as mutretas licitatórias. Imaginem um “reality” em que pudéssemos ver com clareza as boas notas de real ou de dólar passando de mãos em mãos e os fiéis portadores treinados por circenses especializados em fazerem as ditas cujas sumirem pelas cuecas. Mas o país perderia a graça se fosse ao ar tal programa. O que iria fazer a Polícia Federal? O que iria fazer a Lava Jato? O que iriam fazer os “experts” em inteligência, os que, quando querem, chegam ao fundo do poço? E aí, sim, restaria ao país promover uma enorme reforma política, uma revolução de métodos e sistemas e uma enorme confiança numa nova geração que vem aí. Mas, não se preocupem os atores em questão porque, certamente, não haverá nenhum “Big Brother dos Políticos”.