O Brasil está vivendo um período de reprises em sua vida, em todas as suas facetas. O país está carente de criatividade, de novos e reais líderes. As discussões são feitas visando os próprios interesses dos que detêm o poder nas suas mais diversas facetas. As chamadas reformas que estão tanto dando o que falar são abusivamente e escancaradamente colocadas de maneiras equivocadas como a própria Reforma da Previdência que é uma reprise de antigos e novos interesses, uma vez que tudo seria resolvido com uma única questão: a gestão. Não haveria necessidade de nenhuma reforma do setor se a gestão dos seus recursos não tivesse sido tão danosa. tão espinhosa e tão repleta de maus tratos, de corrupção, de roubo mesmo. Está provado por matemáticos e por gente de bem que ainda existe por aí que o roubo não tem nada a ver com a idade com que o cidadão se aposente nem com a quantidade de pessoas que se aposentam. Tem a ver com a má administração dos recursos por décadas e mais décadas e que provocou o “status quo” que vivemos. E o que vivemos é um teatro de reprises onde os “atores” se digladiam nas arenas políticas buscando salvaguardar seus mandatos, seus subsídios e seus próprios benefícios. Nada de novo. Tudo repetido. Uma série de reprises a que o povo assiste sem nada poder fazer. Continuar lendo “CHEGA DE REPRISES”
AS MENTES FERVILHAM
Último dia do ano, podem ter certeza de que as mentes fervilham. De que todos estão entre a esperança de novos dias ou a continuidade como se o dia 1 fosse outro dia como qualquer outro. Na vontade do ser humano, não é. Na esperança contida, não é. Na vontade de que o marco divisório de um ano para o outro seja realmente divisório e de que o que ficou para trás, pra trás ficou com novos dias, novos projetos, muito mais saúde e muito dinheiro no bolso. Que bom se assim fosse e todos os nossos problemas estariam resolvidos num passar de minuto, numa explosão de fogos nos céus, em meio a pedidos de todos os jeitos, de todos os credos, de todas as raças. Mas, é exatamente isto que dá a força do viver, do recomeçar, do acreditar no futuro e por ele lutar. É isso, essa força, essa crença, que fazem as viradas de anos, as viradas de séculos e nos faz acreditar sempre no Ser Superior com o qual podemos contar, mas que nos pede sempre também o nosso esforço, a nossa garra, a nossa luta. Sem isto, nada acontecerá e a passagem do ano, nada mais será do que apenas mais um dia e mais um e mais um. Fim de festa, no Ano Novo jamais será fim de festa porque o ser humano haverá de crer em si próprio, iluminar-se e com sua própria luz construir mais um ano, mais uma etapa mais uma cronologia onde as mentes fervilham e devem fervilhar para o bem comum. Continuar lendo “AS MENTES FERVILHAM”
Educação brasileira e o contexto global: por que não avançamos? Por Janguiê Diniz
No momento em que o Brasil corre o risco de ver extinta sua maior política pública de acesso à educação superior da história, o Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/18, recém divulgado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), alerta para o quanto a transformação de uma política social em política econômica pode comprometer o progresso do país.
A agenda de desenvolvimento sustentável adotada pelas Nações Unidas, lançada em setembro de 2015 com metas a serem atingidas até 2030, inclui entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a garantia de educação inclusiva, equitativa e de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.
Algumas metas relacionadas a esse objetivo, o 4º em uma lista de 17, ressaltam exatamente a relevância da educação superior para que as nações consigam melhorar a vida das pessoas. A meta 4.3, por exemplo, diz que cabe aos Estados-Membros assegurarem a igualdade de acesso para todos os homens e mulheres à educação técnica, profissional e superior de qualidade, a preços acessíveis, incluindo universidade. Além disso, também está entre as metas o aumento do contingente de professores qualificados. Continuar lendo “Educação brasileira e o contexto global: por que não avançamos? Por Janguiê Diniz”
É o aniversário DELE!
E ELE, o Cristo, o Jesus, o que veio para nos salvar, o filho amantíssimo de Deus e da Virgem Maria, deve estar muito triste conosco. E não falo só de nós brasileiros, mas de nós, habitantes de um mundo que o PAI deve ter criado para alegria não para guerras, falcatruas, traições e outros males maiores. Tenho certeza de que ele está decepcionado com o povo que colocou na terra, evidentemente com muitas exceções. O brasileiro que está comemorando hoje o seu aniversário, mas na verdade, nem sempre se lembra que é esse o motivo do Natal. Aí, fica preocupado com o presente que vai ganhar, ou com o lucro que seu negócio vai ter e tudo isto é normal. Mas, poderia dar uma paradinha, orar, pedir a ELE que nos proteja e, sobretudo que nos ensine a separar o joio do trigo, deixando de lado os que estão a nos envergonhar no dia a dia e insuflando a todos a praticarem o bem tão bem pregado há mais de dois mil anos atrás. E aí fica a grande pergunta, sem fanatismos: será que não estamos precisando de um pouco mais de religião, de fé, de oração? E aí, Menino que nasceu hoje, permita-me dizer que respeito o credo de todos e em todos os outros credos existe sempre a figura de alguém que os ajuda a terem a luz. No dia do seu aniversário ainda ouso lhe dar os parabéns e dizer que, um dia, quem sabe, a humanidade haverá de lhe dar um grande presente: A paz entre os homens de boa vontade.
Almoçando com a Notícia: Bullying nas Escolas
Participantes:
Sarah Alves Coelho – Pedagoga
Lua Bezerra – Professora e coordenadora dos cursos de Comunicação Social da UNINASSAU
Alethéia Soster – Pedagoga
Vanessa de Oliveira – Diretora adjunta da Escola Estadual Geraldo Melo
Alessandra Damasceno – UNINASSAU
+ alguns alunos
EXIBIDO EM 25.11.2017