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Ouvidor Geral 12-10-2020

“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 12-10-2020 – Geraldo Câmara

         O DANO MORAL

              “A honra é um bem imortal; a vida, por larga que seja, tem os dias contados; a fama por mais que conte anos e séculos, nunca há de lhe achar conto nem fim porque os seus são eternos” Quem disse isto foi o fantástico Padre Vieira que parecia viver nos dias atuais quando as pessoas caluniam sem pensar e pensam em caluniar. Esquecem elas de que o que dizem contra alguém permanecerá nesse alguém até que prova em contrário o tire do alvo. E aí o tempo é inimigo do correto e amasia-se, ainda que por algum espaço com a inverdade lançada. A isso se dá o nome de dano moral. Um estrago na vida de pessoas de bem que são ameaçadas e vilipendiadas por pessoas do mal. Pessoas estas que terão que um dia pagar pelo ataque à honra do ofendido, seja por pena pecuniária, seja por pena da retratação ou das duas juntas para que a sociedade venha a tirar de cima de si toda e qualquer dúvida sobre o caluniado. Hão de ver, portanto, os meus leitores que o Padre Vieira estava certo ao dizer que a honra é imortal. Porque levamos para o túmulo aquilo que construímos e não queremos levar o que não foi por nós destruído. Prova eloqüente e de maneira moderna do dano moral é a utilização dos chamados “fake news” que leva as pessoas desavisadas a acreditarem  em coisas que jamais foram praticadas por quem é apontado. É preciso ter cuidado. É preciso não praticar o dano moral e quando ele for contra si mesmo reaja. Reaja à medida da sua honra invadida. Só assim as almas poderão ser realmente lavadas.   

DESTACÔMETRO

                   O destaque de hoje vai para o amigo Glênio Cedrim, presidente do Maceió Convention  e presidente do Conselho de Turismo que se manteve absolutamente pertinente e equilibrado durante essa crise pandêmica que tanto atingiu o turismo. Mas estamos saindo dela.

PÍLULAS DO OUVIDOR

A caneta, a famosa e eterna caneta está perdendo sua utilidade. Os computadores, os notebooks e até os smartphones estão tirando das pessoas o velho hábito de escrever com lápis e canetas.

O futuro se constrói assim, usando o passado como lembrança, sabendo da importância do presente para essa construção e acompanhando o passo a passo do desenvolvimento como um eterno aprendizado.

Ainda pelos anos de 1994, por aí, lembro-me que aposentei minha velha máquina de escrever e aderi ao recém chegado computador de casa. A partir daí já passei a me adaptar, a escrever nele e a enviar meus textos para os jornais.

É! Enviar meus textos pela também chegada internet que substituiu o telex e no meu caso o aparelho de fax que gastava rolos de papel. Mas era de uma eficácia total como o eram as máquinas de escrever.

Lembro que quando bem jovem fiz um curso de datilografia, essencial fosse qual fosse o seu caminho profissional. Tão bem feito que até hoje, mesmo no computador utilizo os dez dedos para escrever.

E as máquinas eram grandes e feias, as Remington e as Olivetti. Depois foram melhorando o “design”, deixando de ser mecânicas para adotarem a eletricidade e ainda que modernamente para o tempo, perderam feio para os computadores.

O Brasil já registra mais de 4,4 milhões de pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 23,7 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram.

 O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a grande maioria do total de casos acumulados (87,8%).

O Brasil mantém tendência de estabilização de casos e redução de óbitos pela Covid-19. Os casos registrados na Semana Epidemiológica apontam variação de 0,5 % em relação à semana anterior, demonstrando estabilidade no número de novas notificações de casos da doença.

   

Joaldo Cavalcante (foto) lançou um livro em que discute fatos sobre a tragédia do Pinheiro, historicamente falando. Como é peculiar a Joaldo, não faltarão no livro bons motivos para análises profundas do leitor.

ABRAÇOS IMPRESSOS

                Com permissão do leitor, os abraços impressos de hoje vão para um jovem que é meu neto, Renan Câmara Pereira foi para os Estados Unidos, a princípio para jogar futebol em troco da faculdade. Formou-se, já está trabalhando lá e incentiva os jovens brasileiros a fazerem o mesmo. Esteve no Bartpapo e foi sucesso.

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