coluna BARTPAPO

Coluna BARTPAPO com Geraldo Câmara –Tribuna Independente -22-01-2021

    ENEM – O VESTIBULAR DA BAGUNÇA

               Vamos admitir que esse está sendo um vestibular absolutamente atípico em que metade dos concorrentes não compareceram. Com medo da Covid 19, com medo da falta de orientação dos organizadores, por falta de tudo. Convenhamos que a falta de planejamento foi de tal ponto que os alunos chegavam para o exame e eram avisados que já não podiam entrar porque lá dentro nas salas a freqüência já estava no limite imposto pelas regras de combate ao coronavírus.

              Como isso pode acontecer? Como o mais importante vestibular público do país é desrespeitado nas mais simples regras? E como ficam os alunos que não entraram? Como as provas deles serão? Essas e outras respostas ficam sem nexo porque como sabemos que todas as regras do ENEM são rigorosas, ou eram, não dá para entender que agora os alunos que não fizeram a prova vão remarcar e fazer nos dias 24 e 25 de fevereiro. E aí eu pergunto: Como fica o princípio da isonomia porque é claro que as provas de fevereiro serão outras, com outras questões e ademais com outra redação. Passou a ser um vestibular bipartite?

               O que está acontecendo é que cada vez mais estamos nos transformando em um país que quebra regras, que desrespeita a sua gente e que não entende que as aspirações dos jovens não podem ser incivilizadamente rompidas por absoluta falta de um planejamento que estabelecesse uma regra definida e não concessões por erros cometidos na concepção do projeto. O ENEM é e sempre foi um projeto vencedor, respeitado pela maneira como foi projetado e pela sua execução com raríssimas exceções. Aí, nem se sabe exatamente por que não pôde ser adiado e teve que ser feito de qualquer maneira.

                O resultado aí está. Um vestibular partido ao meio, perdendo a credibilidade, colocando a culpa toda na Covid 19, quando na realidade não previu que os 51 por cento de abstinência em alguns lugares eram previsíveis, sim. E que os alunos, agora que não fizeram o ENEM estão indecisos, intranqüilos e a mercê do sei lá o que. Tenham a certeza de que se tivessem adiado teria sido muito melhor e mais honesto.

ALERTAS DO DIA

  • As vacinas estão chegando. Em número muito pequeno provocando mais ansiedade no povo que não sabe quando será vacinado. Existem prioridades, sim. O que não existe é vacina para atender a todos. Espero que por enquanto.
  • Em artigo passado fiz a matemática da vacina e provei por A mais B que o Brasil não soube programar a aquisição. A logística até que está bem planejada pelos estados, mas sem produto não tem logística.
  • Lembram do avião da Azul prontinho para ir buscar vacina na Índia? Pois é. A Índia deu uma banana e disse que não tinha vacina pro Brasil. Será que estou errado em dizer que estamos na república da bagunça?
  • E, agora, gente, ainda tem mais. Olho aberto porque os espertinhos de plantão vão sempre dar um jeitinho de furar fila como já apareceram alguns por aí. Se cada um ficar na sua esperando sua hora e as vacinas começarem a ser produzidas no Brasil, no fim dá certo.Tenham fé porque Deus é brasileiro.

PARE PRA PENSAR

Quem é fiel por convicção não precisa jurar fidelidade sob pena de acharem que jurou em falso.

Caminho Iluminado

Geoberto Espírito SantoGES Consultoria, Engenharia e Serviços

Lá se foi o 2020. Um ano para esquecer ou para ser sempre lembrado? Um ano em que pretendíamos conquistar tudo que planejamos, mas foi aquele emque aprendemos a valorizar tudo que temos. Um ano em que queríamos repetir “tamo junto”, mas a recomendação de vida era o “isolamento social”. Mas entramos no 2021 com as palavras fé, paz, amor, alegria, sucesso, esperança e felicidade sendo precedidas pela saúde, porque sem ela nada disso será possível para um feliz ano novo. Precisamos de muita motivação pessoal e energia para seguir em frente, com qualidade dos serviços e preços módicos para continuarmos com o desenvolvimento do nosso Estado e do nosso País.

A modernização do setor elétrico brasileiro está em curso, mas apesar do imenso potencial a qualidade deixa a desejar, as tarifas/preços precisam ser ajustados a realidade do consumidor e as travas legais precisam ser removidas. É preciso ficar muito claro que, sem competição, não haverá queda nos preços e para que os players participem em igualdade de condições, os subsídios explícitos e cruzados deverão ser gradativamente eliminados e que as políticas públicas sejam custeadas pelo contribuinte e não pelo consumidor de energia elétrica.Nessa transição energética que o mundo atravessa,o Brasil já entrou nessa onda que vem de cima para baixo eestamos buscando nessas linhas gerar e transmitir algumas questões que deverão ser resolvidas em 2021 para que o setor elétrico possa diminuir o atraso de pelo menos duas décadas em relação ao que é praticado nos países mais desenvolvidos. Citaremos cinco grandes questões para destravar esse processo evolutivo.

Preço Horário–a partir de 01/01/2021 está sendo adotado o preço horário no PLD (Preço de Liquidação de Diferenças) nas operações de compra e venda de energia elétrica no mercado spot. Até dezembro/2020 era praticado um PLD com base numa média semanal para as cargas pesada, média e leve em cada um dos submercados: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Durante o dia, principalmente à tarde, o preço horário deve favorecer a fonte solar porque a demanda de energia elétrica no Brasil está se deslocando do período de 17:30h às 20:30h para o período das 14 às 16 horas, justamente numa hora que as solares estão gerando e entregando energia ao sistema de forma compulsória, pois não é comandada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Mesma coisa em relação a fonte eólica, basicamente no período noturno, pela maior velocidade e constância dos ventos, fato conjunto que pode deslocar a produção das hidrelétricas que fazem parte do MRE (Mecanismo de Realocação de Energia) e causar um prejuízo de R$ 1bilhão/anoporque essas usinas possuem contrato de garantia física (GSF) a ser entregue ao sistema.

Geração Distribuída–para incentivar a geração distribuída, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a Resolução Normativa 482/2012, com regras contendo subsídios nas quais os consumidores de baixa tensão não pagam o uso do fio da distribuidora e os demais apenas 50% da TUST (Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão) e da TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição), isso sem falar na renúncia fiscal dos estados em não cobrar ICMS para potências instaladas até 1.000 kW. Uma revisão dessa norma estava prevista para 2019 e consultas públicas foram iniciadas em 2018 para discutir as alternativas de transição para o fim dos subsídios.O custo desse subsídio está sendo repassado para os consumidores “sem painel” e em 2020 foi R$ 4 bilhões. O processo foi interrompido quando empresários do setor exerceram uma forte pressão sobre a Agência, criaram uma campanha que acusava a ANEEL e o Governo de “taxar o sol” e acionaram o Presidente da República ao ponto do mesmo interferir nas decisões ao dizer que não haveria nenhuma resolução sobre o tema. A questão está no Congresso Nacional, foi incluída na MP 998/2020 e o TCU (Tribunal de Contas da União) deu um prazo de 90 dias para a ANEELformalizar um plano para revisão das regras retirando os subsídios.Em 28/12 p.p., um mês após essa determinação do TCU, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) publicou a Resolução nº 15, estabelecendo diretrizes para essa questão.

Medida Provisória 998/2020–Editada em 01/09, está sendo chamada do “MP do Consumidor”, porque trata da modicidade tarifária e da modernização do setor, além da geração nuclear. Foi formada uma Comissão Mista Câmara/Senado, recebeu 205 emendas dos parlamentares, muitas delas acolhidas pelo relator. Tudo indica que não será aceita a sua principal inovação, que é a possibilidade de outorga de Angra 3 ao setor privado, em construção desde 1980, para a viabilização dos investimentos necessários à sua conclusão. Com as modificações feitas, alterando regras e remanejando recursos para a redução das tarifas, o substitutivo à MP foi aprovado na Câmara por 296 votos contra 132 e seguiu para o Senado. As principais discordâncias são a retirada dos subsídios para as fontes renováveis, pois já atingiram maturidade no mercado, e a amplitude das medidas tomadas.

Nova Lei do Gás – no Congresso desde 2013, o PL 6.407 foi aprovado em setembro último no Plenário da Câmara dos Deputados, seguiu para o Senado como PL 4.476/2020 e já teve emendas aprovadas pelos senadores. A chamada Nova Lei do Gás promove a abertura do mercado de gás natural, antes monopolizado pela Petrobras, visando o aproveitamento de 45 milhões de m3/dia de gás natural do pré-sal que estão sendo desperdiçados por falta de infraestrutura. O governo espera atrair investimentos na ordem de R$ 43 bilhões e criados 33 mil novos empregos nos próximos 10 anos. Com as modificações feitas no Senado, o PL voltou à Câmara dos Deputados, o Legislativo entrou em recesso, na volta tem eleições para presidente da Câmara e do Senado, formação das Comissões, ou seja, aprovação lá no final do 1º semestre de 2021.Todos nós sabemos que o tempo no Legislativo tem sua dinâmica própria, mas o que se espera dos parlamentares é não colocar nas leis detalhes conjunturais do mercado, que mudam sempre, para que depois os agentes não fiquem bloqueados por uma legislação que se tornou obsoleta. Entendemos que a legislação deve dizer o que não pode ser feito e deixar que as agências reguladoras cuidem da regulação do mercado através de dispositivos infralegais.

Agências Reguladoras – os governos, tanto federal, estaduais e municipais, ainda não entenderam que as agências reguladoras foram idealizadas para regular um mercado em que empresas estatais competem com empresas privadas, razão pela qual devem ser órgão de Estado e não do Governo. Não podem funcionar sendo “cabide de emprego”. Precisam ser compostas por diretores com mandato, capazes de discutir à fundo o que estão assinando, e por técnicos competentes, concursados e bem remunerados, para que não venham a ser cooptados, nem pelo governo, nem pelas empresas, nem pelos consumidores. Vale lembrar que o investidor não é bobo e que só haverá decisão de investimento com regras claras e permanentes, segurança jurídica, credibilidade e respeito aos contratos.

Quem não se levanta para acender a luz, não pode reclamar da escuridão. E o que desejamos nesse ano que se inicia, é que nosso caminho seja iluminado com a luz das estrelas para que possamos ter um olhar novo que nos permita sonhar. (15/01/2021)

BARTPAPO de casa 38

Convidados:

Christopher – bartender de São Paulo

Ricardinho Santa Rita – secretário de turismo de Maceió

Mirian Canuto – médica, empresária, membro da AAL

Geoberto Espírito Santo – engenheiro

Thiago Falcão – presidente da ABRASEL

Clayton Moura – coordenador do Gabinete contra Covid19

Paulo Vinicius e Paulo Ditarso – músicos

Ouvidor Geral 18-01-2021

“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 18-01-2021 – Geraldo Câmara

                                     UMA AMAZÔNIA SEM AR

                Meu Deus, que tristeza! Sabermos que por falta de oxigênio em plena Amazônia, considerada o pulmão do mundo as pessoas estão morrendo asfixiadas e sem que nada se possa fazer. Assisti a um depoimento de uma médica que chorando descrevia o quadro de como um médico perde o pulso, perde o domínio sobre os recursos da medicina e sem nada poder fazer assiste a deploráveis cenas de falecimento por absoluta falta de oxigênio. Não sei de quem foi a culpa e é até melhor não saber mas que coisa horrorosa foi esta que se permitiu acontecer? Por distração, por desleixo, por falta de planejamento? Não interessa o por que, mas como foi acontecer. E na hora que começou onde estava a famosa logística do governo federal ou alerta do estadual que em nada contribuíram com pressa para minorar os efeitos de tão grande drama? Não dá para acusar, não dá para defender. Só para lastimar profundamente que a vida humana seja tratada com tanto desprezo. É duro saber que se perdeu um ente querido por falta da mais simples forma de tratamento que é o oxigênio alimentando os pulmões doentes. Do jeito que foi parecia até que carrascos nazistas de longe comemoravam um outro tipo de holocausto. Deus que me perdoe! O que aconteceu pode até ter sido um acidente de percurso, mas para mim, foi uma grande e monstruosa displicência com os irmãos que se foram.

DESTACÔMETRO

                  O destaque vai para a médica, empresária e imortal Mirian Canuto, uma pessoa de fino e delicado trato, de competência e lucidez invulgares e que, como membro da Academia Alagoana de Letras também deu seu depoimento sobre os ex-ocupantes de sua cadeira.

PÍLULAS DO OUVIDOR

A vacina vem? A vacina demora? Quais são os seus efeitos? As perguntas correm o país do Oiapoque ao Chuí criando ansiedade natural, mas também perspectivas que são positivas e negativas. Quanto mais se ouve menos se entende.

Os homens da saúde, lá de cima, comandados pelo ministro-general divergem entre si e são incapazes de deixar com que a população saiba exatamente o que vai acontecer. Principalmente com a logística da vacina. O ponto fundamental.

Vejo, por exemplo, as pessoas se perguntando sobre os insumos que são as seringas e agulhas e o ministério dizendo que os estados podem pedir se precisarem. Como? Ainda não foi feito um levantamento disso? Depois dizem que sou crítico!

Tanto a população quanto as autoridades, principalmente as federais talvez ainda não tenham alertado para o fato de que a pandemia é uma guerra. Uma guerra perigosíssima e que, o “front” está em todo o país. Ou será que não sabem o que é o “front”?

Nada pode faltar em economia de guerra, mas parece que além da própria vacina que seria a bomba nuclear para acabar com o vírus, as armas adicionais e as estratégias de ataque estão em passo de paz. Paz demais para o meu gosto.

O que aconteceu na Amazônia e que foi alvo do meu artigo principal desta coluna é absolutamente inadmissível porque se trata de absoluta falta de planejamento, de consciência do perigo, de tudo o que não pode acontecer em campo de batalha.

Alagoas também se ofereceu para colocar pacientes menos graves da Covid 19, de Manaus, em instalações hospitalares daqui. Uma prova de que a solidariedade há que se estender entre população e governantes de maneira sábia.

Isto porque, independente do problema do oxigênio o vírus por lá se espalhou de maneira violenta numa segunda onda e não existem praticamente leitos disponíveis. Outros estados, como o Maranhão também se prontificaram.

“Aeronave trará da Índia 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao BrasilAeronave trará da Índia 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao Brasil”. Será que trouxe? Sexta-feira a India colocou em dúvida! Tomara que tenha trazido.

Sem dúvida devemos saudar os que chegam como é o caso do Desembargador Klever Loureiro, agora presidente do TJ. Mas peço permissão para saudar quem sai por ter ocupado tão nobre cargo com a dignidade que lhe é peculiar. Tutmés Airan (foto).

ABRAÇOS IMPRESSOS

               Sempre peço licença quando se trata de família. Hoje é o dia de Ricardo, à esquerda de João Marcelo e de Fred, dois de seus 12  irmãos. Parabéns, meu filho e que Deus sempre o proteja e abençoe.  

coluna BARTPAPO

Coluna BARTPAPO com Geraldo Câmara – Tribuna Independente de 08-01-2020
A MATEMÁTICA DA VACINA
Vamos e venhamos que as notícias que são veiculadas baseadas em informações verdadeiras dos diversos órgãos competentes em relação à vacinação em massa do povo brasileiro estão completamente divergentes das necessidades de uma população que está em torno de 210 milhões de pessoas e que corresponde à soma de 3 grandes países da Europa que são o Reino Unido, a França e a Itália com 200 milhões em conjunto. Some-se a isto o poder de logística e o diminuto tamanho de cada país em relação às nossas dificultosas dimensões continentais.
Ora, os noticiários apresentam números que consideramos ridículos quando anunciam, por exemplo, a compra ou a futura chegada de 2 milhões de doses de determinada vacina. e o fazem com ênfase para o número como se fosse grandioso. Ora, façamos as contas em cima da população brasileira que precisaria de 420 milhões de doses para ser vacinada considerando o fato de que os cientistas estão afirmando que são necessárias duas doses para cada pessoa. Se os passos de caranguejo continuarem com as previsões ridículas de compras nem sei quantos anos serão necessários para imunizar toda a sociedade.
Façamos então um parâmetro com os anúncios de compras de 2 milhões de doses e façamos mais ainda multiplicando este número por 20 e então teremos 40 milhões de doses o que vacinaria apenas 10 por cento da população. Ah, dirão alguns, isso é utópico porque o Brasil pode fabricar e aumentar este potencial. Muito bem. Concordamos. Mas quando? Com que poder de produção e distribuição? Com que planejamento de logística até agora obscuro para o povo brasileiro? Quando fizemos a comparação com os países da Europa o fizemos para reafirmar que a situação por lá é caótica, mas mesmo assim diferente porque podem lidar com os números com muito mais eficácia que o Brasil. E com demografias muito mais favoráveis a tudo no que diz respeito à distribuição.
O Brasil continua enfrentando a desinformação por parte dos poderes públicos responsáveis pela saúde. Ninguém se entende, a política toma conta das negociações que deveriam estar longe dela e os números, continuo a afirmar são díspares em função das necessidades de uma população que está vendo gente a morrer todos os dias. Quando os estados ameaçam comprar suas vacinas o governo federal incompetente em suas ações quer barrar. Mas eles, os estados, estão certos. Pelo menos tentar dividir para somar. O Estado de Alagoas, por exemplo, necessitaria de 6 milhões e duzentas mil doses para vacinar toda a população de 3 milhões e cem mil pessoas. Cerca de um e meio por cento do país. Talvez seja o caminho. Um caminho competitivo, ainda político, mas talvez com a mira certa para o que se quer.
O fato é que é preciso voltar para os bancos escolares e praticar matemática. Uma matemática salvadora que soma solução e multiplica salvação. Sem ela estaremos sem rumo contando nos dedos ao invés de nos computadores os fios de nossas esperanças.
ALERTAS DO DIA

  • Acresça-se ao artigo acima o fato de que também a matemática dos insumos e aí estou falando em seringas e em agulhas também não foi devidamente utilizada já que elas estão em número bem inferior às necessidades. Parece que estou vendo a paralização da vacinação por falta desse material.
  • O prefeito JHC começou a sua administração baixando um decreto que diminue o valor das passagens de ônibus na capital. Que bom, mas que vai causar polêmica, lá isso vai. E,possivelmente algumas greves possam acontecer. Afinal ninguém mexe no bolso do empresário impunemente.Acho.
    PARE PRA PENSAR (do meu livro do mesmo nome)
    Quem busca a perfeição precisa saber que errar faz parte do processo.