Convidados
Marta Varallo – Diretora de RH do TCE-AL
Débora Lima – analista do SEBRAE
Garagem do Coyothe – Celso Ribas Jr.
Ligya Teixeira – médica mastologista
Cláudia de Bulhões – jornalista
Dopuglas Apratto AAL – um dedo de prosa e verso.
COLUNA DO JORNAL IMPRESSO PRIMEIRA EDIÇÃO
Convidados
Marta Varallo – Diretora de RH do TCE-AL
Débora Lima – analista do SEBRAE
Garagem do Coyothe – Celso Ribas Jr.
Ligya Teixeira – médica mastologista
Cláudia de Bulhões – jornalista
Dopuglas Apratto AAL – um dedo de prosa e verso.
“Ouvidor Geral”para o jornal Primeira Edição de 19=07=2021 – Geraldo Câmara
A TORCIDA VAI COMEÇAR
Na quarta-feira começam, para nós, as Olimpíadas de Tókio. Porque o primeiro jogo das meninas brasileiras, do futebol feminino começa ainda antes do start inicial. Uma seleção que pode nos dar muitas alegrias, como já deu. E que, começando antes de tudo e de todos, esperamos que seja o amuleto da sorte para tantos atletas brasileiros que, a despeito ainda da pandemia estarão torcendo, cada um por si e todos a torcer por um Brasil repleto de medalhas. Ainda que todo o mundo esteja torcendo por seus países, o Brasil coloca acima de tudo a graça concedida por Deus que, em meio a essa terrível pandemia ainda está nos premiando com a possibilidade de um pouco mais de descanso com esse maravilhoso evento que sempre é a apresentação dos jogos olímpicos. Nossas meninas haverão de abrir com sucesso lá em Tókio e puxar todos os nossos atletas para bons resultados, para uma enxurrada de medalhas, mas, sobretudo para uma sequência de emoções que normalmente esses jogos trazem. Para muitos o evento não deveria ser realizado em função da Covid 19. No entanto, se levarmos para o lado positivo, pode ser uma força nova, uma emoção positiva que precisamos ter a despeito de tantas e tantas emoções negativas que há mais de um ano estamos a receber. Cabeças erguidas, olhos ao alto e positivismo para essas Olimpíadas de Tókio.
DESTACÔMETRO

O destaque vai para Marta Varallo, diretora de RH do Tribunal de Contas de Alagoas, de uma enorme competência, planejadora e detalhista em tudo o que faz. Seus colegas, como eu, a admiram demais. E nunca será demais.
PÍLULAS DO OUVIDOR
Perguntar não ofende e eu vou perguntar a todos os nossos economistas de plantão o que é que está acontecendo no nosso mercado de crédito com essa enxurrada de cartões que estão sendo oferecidos no mercado.
Estávamos acostumados há bem pouco tempo com os tradicionais fornecidos pelos bancos também tradicionais. De repente, bancos virtuais que nunca ouvimos falar e cartões com as maiores ofertas a encherem de desejos os olhos do consumidor.
Inclusive, com ofertas de créditos pré-aprovados, com tantas e tantas oportunidades de crédito que os mais desavisados se seguirem esse caminho naturalmente estarão construindo a estrada da inadimplência em breve.
O futebol está cada vez mais cercado de tecnologia por todos os lados. Alguns sistemas servindo para colocarem informações precisas nas mãos de alguns técnicos que já funcionando com elas estão acima do bem e do mal.
E tem o VAR que tem dado o que falar pelas interrupções que provoca durante o jogo, pela espera que esfria o jogador e ao mesmo tempo o coloca em estado de ansiedade que nem sei se é bom para sua atuação.
E as regras que mudaram e que nos deixam tontos? Assim, por exemplo, são os “impedimentos”. Por que diabos, o bandeirinha tem que esperar a conclusão do lance para apontar o impedimento? Um instrumento de frustração para muitos.
E como essas regras, tecnologias, aparelhos os mais diversos, com sensores em pés de corredores e em “stands” de tiros estarão mais do que presentes nas Olimpíadas de Tókio, talvez assistamos aos medalhistas das máquinas. Vamos ver.
No meio disto tudo e, infelizmente temos que lamentar o desastre meteorológico que aconteceu na Europa, principalmente em terras alemãs. Riachos transbordando e muitas cidades invadidas pelas águas, provocando muitos dramas.
De minha parte vi na televisão o desastre em cidadezinhas alemãs, verdadeiros presépios que tive o prazer de conhecer – vinte delas – a dois anos atrás na minha visita àquele país. Uma lástima profunda.

Dario Arcanjo, uma figura fantástica, reitor da UNIT em Alagoas, uma figura fantástica profissionalmente, mas sobretudo no trato com os amigos, como eu. Dario (foto) é sempre merecedor de aplausos por seu intrincado trabalho.
ABRAÇOS IMPRESSOS

Ela me chama de “papito”, de pai; ele me chama de sogrão. Na verdade, um grande amor que nos une a esse casal maravilhoso, Alberto Abreu e Luciana. Ele, conselheiro substituto do TCE e ela advogada das boas na Procuradoria Geral do Estado.
“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edimção de 12-07-2021-Geraldo Câmara
O ESPAÇO DAS MULHERES
Não é propriamente um grito de independência ou morte nem elas precisam subir em cavalos, desembainhar espadas ou coisa parecida. Mas tem sido uma revolução social da maior importância o crescimento das mulheres na sociedade produtiva deste país. Além do mais, os depoimentos são uma constante com o reconhecimento de que elas são mais ativas, mais persistentes e, sobretudo, mais transparentes nas causas que enfrentam. Claro que, da mesma forma que sou contra cotas raciais e quaisquer outras diferenças oficiais, sou também contra a aplicação de leis que as coloquem em posição discriminatória perante o país ou até perante os homens. O que interessa de fato é que sejam reconhecidas definitivamente como absolutamente iguais civicamente. No entanto, aí fica o grande apelo dos homens, elas não podem e não devem perder a feminilidade, o romance, a lágrima certa na hora certa. Não podem deixar de lado o “glamour”, a atração e a vaidade que as fazem, aí sim, completamente diferentes de nós, homens. Precisamos delas no desenvolvimento do país, na luta pelas conquistas políticas e econômicas, mas o lado totalmente mulher precisa ser cada vez mais crescente para o bem de todos e felicidade geral da nação. E, assim, viva a independência das mulheres. Colocando-se cada vez mais em pé de igualdade e de respeito para que juntos, homens e mulheres possamos reconquistar também a bandeira deste país.
DESTACÔMETRO

O destaque da semana vai para uma figura fantástica, Wilma Nóbrega que já foi a Coordenadora das Bibliotecas Estaduais e hoje comanda o Arquivo Público do Estado com absoluta maestria. Wilma, incansável, merece todos os nossos aplausos.
PÍLULAS DO OUVIDOR
Estou escrevendo essa coluna e ouvindo de longe o barulho ou a sonoplastia de um filme que está sendo assistido por meu filho e por muitos outros jovens reunidos para tal. A cinematografia na televisão sem dúvida tirou o espaço dos cinemas.
Na minha época de adolescente ir ao cinema tinha duas finalidades: uma de assistir ao filme quando realmente interessava. Outra de levar para lá o “brotinho” e namorar bastante. De preferência no andar superior dos cinemas.
Para quem não é da época, “brotinho” era o nome dado às meninas jovens, bonitinhas, as namoradinhas que todos queríamos. Com vestimenta e caras de roqueiras ingênuas eram realmente a graça dos anos 50.
Aliás, foi quando nasceu o mito do rock, Elvis Presley que, com seus jogos de quadris, com sua guitarra, seu topete excêntrico e claro com suas adoráveis músicas foi capaz de fazer aflorar a sexualidade daqueles anos.
Na verdade, outros mitos surgiram, mas nenhum que fosse capaz de se dizer um revolucionário musical como o foi o Elvis Presley. Tanto que até hoje é reverenciado e sua memória se manteve intacta até para as novas gerações.
Mudando de assunto vamos direto para Brasília, ao Senado Federal, mais precisamente à CPI da Covid 19 um espetáculo que a televisão nos traz e que tem todas as características de espetáculo televisivo.
Lá, ora vemos a comédia com as estapafúrdias declarações de alguns mais acostumados aos holofotes políticos, ora nos deparamos com o medo estampado nos olhos dos menos experientes em reuniões do gênero.
Na verdade, o passar a limpo de um assunto tão sério como o é a questão da vacinação em nosso país precisa realmente ir até o fim com ou sem espetáculo. Porque não é possível que fiquemos a ver tanta nojeira sem punição.
A prisão do cidadão que faltou com a verdade foi mais um alerta, uma amostra do que realmente pode acontecer com quem falta à verdade e esse é um dos pontos positivos dessa CPI já acusada por alguns de ter finalidade eleitoreira.
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Meu querido amigo de mais de quarenta anos, o fundador deste jornal, Luiz Carlos Barreto Góes nos deixou há um ano, mas continuou a deixar germinando suas boas sementes. No colo da bisavó, Conceição, (foto) o bisnetinho Luiz Carlos.
ABRAÇOS IMPRESSOS

Uma música, do músico paraibano Jarbas Mariz chamou minha atenção pela criatividade e pela emoção do momento. “Nada normal”, um retrato da época que estamos vivendo foi um show no Bartpapo de casa 58, exibido sábado passado na BAND. Vale a pena ver ou rever no Youtube.
Coluna BARTPAPO com Geraldo Câmara-TribunaIndependente de 09-07-2021
ACABOU A COMOÇÃO?
Os problemas que envolvem os desastres, as mortes, a própria pandemia parecem que passam por um processo de hábito que fazem deixar de lado a comoção e seguem em frente com muito mais frieza e falta de determinação. Um desses problemas vem acontecendo com o seríssimo desastre ambiental que provocou o afundamento de cinco bairros liderados pelo Pinheiro. Bairros com potencial de desenvolvimento, outros com menos, mas todos hiper habitados e que com o fenômeno provocado pela Braskem viram as vidas de seus habitantes completamente transtornadas sob todos os aspectos.
O primeiro grande problema envolveu a saída dos moradores com o famoso acordo com a Brasken absolutamente leonino e que fez com que os moradores saíssem para um ridículo aluguel social, entregassem seus imóveis sem que houvesse uma proposta real no que diz respeito à indenização. O morador sai de suas casas sem saber o que vai receber, quando vai receber, sem garantia nenhuma do que será o seu futuro.
É quando, bastante tempo depois alguns começam a receber suas propostas. Proposta fixada pela empresa e sem que o morador ou ex-morador tenha o direito de fazer qualquer tipo de contra proposta. A qualquer tentativa de contestação os advogados da empresa dizem rapidamente que não aceitam e que aquele que não aceitar pode entrar na justiça.
Quero deixar claro que venho acompanhando esse processo bem mais de perto porque tenho um filho vivendo esse problema. A cabeça revirada, seus planos frustrados, o emocional totalmente escangalhado, tudo porque a autora do crime – isto realmente é um crime – ainda se dá ao luxo de simplesmente jogar o jogo com suas pedras e não permitir que o adversário – ah…os moradores são adversários e não vítimas – dê um passo a não ser que resolva procrastinar a solução para anos â frente.
Sinceramente, na análise não só das agruras de moradores como também de inúmeros empresários que tiveram seus negócios duramente interrompidos, colégios que pararam suas atividades, tudo enfim, será que falta pulso jurídico, falta autoridade ou alguém mais que se sobreponha aos ditatoriais “acordos” dessa Braskem que, além de tudo, quando tiver terminado será a proprietária de uma imensa área urbana na capital das Alagoas? Para fazer o que? Só o futuro dirá.
E enquanto se discute, enquanto os prejudicados vão para as ruas realizar protestos e precisam fazê-lo, os dirigentes da Braskem deitam em berço esplêndido ditando normas, ceifando vidas e mostrando que acima do poder econômico nada acontece. E até pode acontecer. Se o mutirão que precisa ser formado para valer venha a ser encabeçado por uma força extraordinária que envolva os poderes judiciários do estado e do país.
Esta semana os ex-moradores foram para as ruas. Se terão retorno às suas reivindicações não o sabemos. Caso não tenham a Braskem terá mais força para impor suas regras e vencer essa guerra suja. É o que saberemos nos próximos capítulos.
ALERTAS DO DIA
É sempre bom confiar em pressentimentos. São avisos que só nosso interior conhece.
“Ouvidor Geral para o jornal Primeira Edição de 05-07-2021 – Geraldo Câmara
E AINDA VAI ESCOLHER?
Sou obrigado a reconhecer que somos um povinho difícil. Aliás, aquela famosa piada em que diziam a Deus que o Brasil tinha sido privilegiado por Ele por sua natureza, por suas riquezas, por suas infindáveis belezas, Deus respondeu que sim mas afirmou: “Em contra-partida vejam o povinho que Eu coloquei lá”. Retrato perfeito para o que está acontecendo agora com a questão da vacinação. Todo mundo querendo vacina, reclamando que ela demorava e quando ela chega vemos a população ou parte dela recusando-se a tomar a segunda dose, querendo escolher a que vai tomar como se todos fossem “os reis da cocada preta”. Chegamos às raias da discussão sobre os efeitos dessa ou daquela vacina como se fôssemos os mais competentes cientistas do mundo. Que brasileiro é “metido” todos sabemos, mas assim também é demais. Que está tudo errado com as compras de vacinas nos seus prazos, nos seus planejamentos também sabemos. Mas, bolas, os caras que estão lá em cima, que mandam e desmandam também fazem parte desse “povinho” a que Deus se referiu. Portanto, melhor botar a viola no saco, deixar a coisa rolar, tomar sua vacina direitinho sem revoltas e aguardar por dias melhores que certamente chegarão.
DESTACÔMETRO

O destaque vai para um filho muito competente, vereador Dinho, atualmente ocupando o cargo de Presidente da Câmara Municipal de João Pessoa. Acompanhei de perto algumas de suas ações e fiquei orgulhoso como seu pai Dois.
PÍLULAS DO OUVIDOR
O episódio Lázaro nos deixa a meditar em como as autoridades policiais montaram uma super operação para prender o assassino numa busca incessante durante vinte dias mostrando que quando quer faz.
E é óbvio que ficamos a nos perguntar como ficam os milhares de casos sem solução que acontecem Brasil a fora. Será que por trás da Operação Lázaro existe algo sombrio e escondido ou escondendo alguém que não pode aparecer?
O fato é que o dinheiro gasto foi assustador e a participação de quase trezentos policiais demonstrou que essa foi a operação mais grandiosa e custosa que já se teve notícia em nosso país. Como diria o Cid Moreira: Mistéééério!
Sempre fico impressionado quando trafego pelas estradas paraibanas. Desde sempre são as melhores do nordeste sob todos os pontos de vista, sejam elas federais ou estaduais. Mas sempre muito bem cuidadas.
Desta vez saí de Maceió rumo a João Pessoa, depois fui para a cidade de Bananeiras, no interior do estado e na volta o fiz por Campina Grande saindo em Caruaru e dali para Chã Grande. No trajeto em Pernambuco as estradas estão de dar dó.
A mania do brasileiro de inventar, criar, acatar coisas ruins é incrível. Agora estão dizendo que consumimos vacinas Astrazeneca vencidas. Se verdade ninguém sabe ao certo e também não é nenhum veneno. Mas o pânico se espalha e faz mal.
Muito parecido com as histórias de “fake news” que tomaram conta das Redes Sociais e são realmente muito perniciosas. O negócio é não dar bola para nenhuma notícia não comprovada caso contrário vira doença incurável.
O presidente da Academia Alagoana de Letras, Rostand Lanverly talvez esteja sendo o seu mais dinâmico presidente, criando, inventando e mostrando a AAL numa constante vitrine através de seus membros ilustres.
Escrevo essa coluna debaixo do friozinho delicioso do sítio de minha filha Alessandra e de meu genro Emerson. Uma região belíssima em Chã Grande a 7 km da famosa Gravatá. Adoro vir para aqui.

E dessa vez também para abraçar minha filhota querida, Alessandra (na foto ao lado do marido Emerson) pelo seu aniversário. Apesar do friozinho que já falei, o ambiente ficou quente com os abraços que também levamos até ela.
ABRAÇOS IMPRESSOS

Os abraços impressos vão para a mais nova Farmacêutica da praça, cuja colação de grau se deu há duas semanas. Josete Santos Lima merecendo os nossos abraços e os recebendo ao lado do seu rebento, presidente de sua casa, Miguel Leôncio. Valtenor que se cuide porque os dois mandam.