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Ouvidor Geral 12-07-2021

“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edimção de 12-07-2021-Geraldo Câmara

O ESPAÇO DAS MULHERES

               Não é propriamente um grito de independência ou morte nem elas precisam subir em cavalos, desembainhar espadas ou coisa parecida. Mas tem sido uma revolução social da maior importância o crescimento das mulheres na sociedade produtiva deste país. Além do mais, os depoimentos são uma constante com o reconhecimento de que elas são mais ativas, mais persistentes e, sobretudo, mais transparentes nas causas que enfrentam. Claro que, da mesma forma que sou contra cotas raciais e quaisquer outras diferenças oficiais, sou também contra a aplicação de leis que as coloquem em posição discriminatória perante o país ou até perante os homens. O que interessa de fato é que sejam reconhecidas definitivamente como absolutamente iguais civicamente. No entanto, aí fica o grande apelo dos homens, elas não podem e não devem perder a feminilidade, o romance, a lágrima certa na hora certa. Não podem deixar de lado o “glamour”, a atração e a vaidade que as fazem, aí sim, completamente diferentes de nós, homens. Precisamos delas no desenvolvimento do país, na luta pelas conquistas políticas e econômicas, mas o lado totalmente mulher precisa ser cada vez mais crescente para o bem de todos e felicidade geral da nação. E, assim, viva a independência das mulheres. Colocando-se cada vez mais em pé de igualdade e de respeito para que juntos, homens e mulheres possamos reconquistar também a bandeira deste país.

DESTACÔMETRO

                 O destaque da semana vai para uma figura fantástica, Wilma Nóbrega que já foi a Coordenadora das Bibliotecas Estaduais e hoje comanda o Arquivo Público do Estado com absoluta maestria. Wilma, incansável, merece todos os nossos aplausos.

PÍLULAS DO OUVIDOR

Estou escrevendo essa coluna e ouvindo de longe o barulho ou a sonoplastia de um filme que está sendo assistido por meu filho e por muitos outros jovens reunidos para tal. A cinematografia na televisão sem dúvida tirou o espaço dos cinemas.

Na minha época de adolescente ir ao cinema tinha duas finalidades: uma de assistir ao filme quando realmente interessava. Outra de levar para lá o “brotinho” e namorar bastante. De preferência no andar superior dos cinemas.

Para quem não é da época, “brotinho” era o nome dado às meninas jovens, bonitinhas, as namoradinhas que todos queríamos. Com vestimenta e caras de roqueiras ingênuas eram realmente a graça dos anos 50.

Aliás, foi quando nasceu o mito do rock, Elvis Presley que, com seus jogos de quadris, com sua guitarra, seu topete excêntrico e claro com suas adoráveis músicas foi capaz de fazer aflorar a sexualidade daqueles anos.

Na verdade, outros mitos surgiram, mas nenhum que fosse capaz de se dizer um revolucionário musical como o foi o Elvis Presley. Tanto que até hoje é reverenciado e sua memória se manteve intacta até para as novas gerações.

Mudando de assunto vamos direto para Brasília, ao Senado Federal, mais precisamente à CPI da Covid 19 um espetáculo que a televisão nos traz e que tem todas as  características de espetáculo televisivo.

Lá, ora vemos a comédia com as estapafúrdias declarações de alguns mais acostumados aos holofotes políticos, ora nos deparamos com o medo estampado nos olhos dos menos experientes em reuniões do gênero.

Na verdade, o passar a limpo de um assunto tão sério como o é a questão da vacinação em nosso país precisa realmente ir até o fim com ou sem espetáculo. Porque não é possível que fiquemos a ver tanta nojeira sem punição.

A prisão do cidadão que faltou com a verdade foi mais um alerta, uma amostra do que realmente pode acontecer com quem falta à verdade e esse é um dos pontos positivos dessa CPI já acusada por alguns de ter finalidade eleitoreira.

]

Meu querido amigo de mais de quarenta anos, o fundador deste jornal, Luiz Carlos Barreto Góes nos deixou há um ano, mas continuou a deixar germinando suas boas sementes. No colo da bisavó, Conceição, (foto) o bisnetinho Luiz Carlos.

ABRAÇOS IMPRESSOS

Uma música, do músico paraibano Jarbas Mariz chamou minha atenção pela criatividade e pela emoção do momento. “Nada normal”, um retrato da época que estamos vivendo foi um show no Bartpapo de casa 58, exibido sábado passado na BAND. Vale a pena ver ou rever no Youtube.

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