Revolta Canina – por Mendes de Barros

Por mais incrível que possa parecer o senhor Gilmar Mendes,  Ministro do Supremo Tribunal Federal, a mais alta instituição judicial da república, respondendo a uma entrevista televisiva em  tom próprio de caçoada, declarou que “não é o rabo quem balança o cachorro. O cachorro é quem balança o rabo”.

Referia-se o ministro ao fato decorrente de uma decisão  de sua competência concedendo um “habeas corpus” e anulando uma prisão decretada por um juiz de instância inferior, contra acusado de corrupção.

Inaceitando a interferência, o juiz expediu novo mandado de prisão que, outra vez, foi anulado por outro “habeas corpus” do destemido Gilmar.

A manifestação do ministro comparando o rabo do cachorro com o animal propriamente dito leva ao entendimento de que o uiz, por ser de instância inferior, teria menor voluma que o seu ( dele, ministro) o que leva ao entendimento de que o ministro assumiu o lugar do cachorro em consequência do que, sobrou o rabo do cachorro para o juiz.

Com a mais absoluta certeza os caninos não aceitarão a imagem estupidamente grosseira e protestarão com um monumental latido esperand-se seja ouvido pelos que, realmente, sejam ministros do egrégio Supremos Tribunal Federal com as devidas responsabilidades intelectual, profissional e, sobretudo, moral indispensáveis ao exercício das funções definitivas do maior baluarte dos princípios constitucionais democráticos, da estrutura jurídica e, acima de tudo, da dignidade nacional, ultimamente agredida por grande número de integrantes do poder judiciário em todos os níveis de seu procedimento funcional.

Juiz não tem rabo. Quem o tiver que o balance nas esquinas da zona, jamais em audiências judiciais.

Muito prazer “Prosumidor”

O desperdício foi a principal característica dos tempos da energia farta e barata, quando o agente final da relação era chamado de consumidor. Quando chegamos à conclusão das sérias implicações que o consumo de energia tem nos investimentos, nos preços, na produtividade, na competitividade e nos impactos ambientais, veio a racionalização no uso e o consumidor ficou sendo visto como usuário. Com a evolução das relações produção-consumo, da qualidade do serviço e das opções de suprimento, esse usuáriopassou a ser consideradoclientequando as concessionárias se deram conta que ele é a razão da sua existência. Em todas essas fases tínhamos uma condição imposta de cima para baixo, sempre reproduzindo as relações que o sistema político tinha com a sociedade. A geração e a transmissão sendo feitas pelas estatais do Governo Federal, às distribuidoras nos estados cabia apenas comprar a energia que era transmitida pelos grandes geradores para vender aos seus consumidores. Quem detinha a geração, tinha o poder. O consumidor/usuário/cliente era um agente passivo na relação. Continuar lendo “Muito prazer “Prosumidor””

A Nossa Escolha Fez a Diferença

O Maio amarelo, criado em 2014, é um Movimento mundial presente em 23 países de cinco continentes e que tem como principal objetivo mobilizar a sociedade em prol da segurança viária, atuando para salvar vidas nas estradas do mundo todo, e conscientizando a todos sobre a importância do respeito no trânsito.

O cenário do trânsito no Brasil, de fato, não é dos melhores. As rodovias brasileiras são consideradas como uma das mais perigosas do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país apresenta uma taxa de 23,4 mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, o maior da América do Sul. Em 2013 o número registrado foi de mais de 41 mil vítimas fatais. O Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, em estudo realizado com base nos dados do ano de 2016, estimou que o prejuízo com a violência no trânsito chegou a R$ 146,8 bilhões só no ano passado, cerca de 2,3% do Produto Interno Bruto do País. Continuar lendo “A Nossa Escolha Fez a Diferença”