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Ouvidor Geral 01-06-2020

AS FERAS ESTÃO JOGANDO

                    Sinceramente não sei onde vamos parar. As “feras” estão soltas, principalmente para os lados de Brasília e a cada dia mais acirradas buscando não sei o que, sei lá se sei ou sei lá se alguém sabe! A turma do Planalto, inquieta com os arroubos do líder parte em busca de soluções, de apaziguamento ou não parte para coisa alguma porque na verdade perdeu o rumo e os caminhos. Os outros lados, porque agora não é mais o outro lado, mas muitos lados, também ficam buscando o equilíbrio, mas o xadrez que estão jogando nem mostra como fazerem os peões, os bispos, cavalos e torres se manterem vivos, nem conseguem dizer se as brancas ou as pretas vão chegar a xeque mate. O jogo deveria ser ou ter uma lógica onde o bem comum fosse o objetivo, onde as conquistas fossem para todos e os lances praticados chegassem a um bom termo que facilitasse a vida não só dos jogadores, mas, sobretudo dos que assistem ao jogo sem entenderem os movimentos, os truques, as manhas, as técnicas e até a matemática. E esse é o problema. Se ninguém à volta entende, dentre eles, jogadores do hoje com as vistas para o amanhã, existem os falastrões, os que pensam que entendem ou que estão no jogo, mas que acabam morrendo à míngua sem compreenderem por onde se perderam suas estratégias. Quem souber o fim, me avise, porque sinceramente estou perdido num tabuleiro invisível cercado de pedras por todos os lados e sem saber se o rei cai ou não cai. Ou se reina para o sempre e todo, huum! E rodeado de muitas feras.

DESTACÔMETRO

                    O destaque vai para a produtiva e competente promotora de Direitos Humanos, Marluce Falcão à frente de dois projetos incríveis, um visando o ensinamento de cidadania e o que é corrupção à infância e outro voltado para o idoso. Sucesso!

PÍLULAS DO OUVIDOR

O trabalho que a promotora Marluce Falcão está realizando na busca dos interesses da cidadania e na questão do apoio aos idosos é muito bem feito e, sem dúvida será alvo de muitos comentários da imprensa e da sociedade.

Não vou entrar em detalhes ainda porque vamos aguardar algumas finalizações, mas posso dizer aos meus leitores que o trabalho de Marluce está sendo apoiado não só pelo Ministério, mas também por muitas outras instituições.

E aqui já posso adiantar que estará fazendo parceria com o nosso Tribunal de Contas e, claro, com a TV Cidadã e a Rádio Senado\Cidadã para que cheguem as idéias mais rapidamente à sociedade.

Dentre outras instituições estão o Governo do Estado e a Prefeitura de Maceió através de algumas de suas secretarias, principalmente as de Educação e de Ação Social, além da UFAL, OAB e muitas outras que oportunamente vou detalhar.

Aliás, bom lembrar que estamos em quarentena, mas em plena execução de trabalhos em “home office” e foi exatamente assim, usando os métodos de reunião virtual que, nesta sexta, Marluce Falcão nos reuniu e éramos 27 nas telinhas de nosso computadores.

Isto é para dizer que estamos em quarentena, mas não de férias. Vamos continuar torcendo para que tudo acabe bem, que a pandemia seja controlada; vamos continuar ficando em casa, mas produzindo sem “desculpas pra boi dormir”.

E, mudando de assunto, aguardamos com ansiedade essa insistência com que alguns governos e prefeituras querem abrir o comércio indiscriminadamente. Não se pode bobear porque o danado do vírus ainda não chegou ao pico.

E mesmo quando chegar ao pico teremos que saber fazer as aberturas gradativamente, ainda que estejamos na fase do prejuízo, da queda de PIB. E aí sim venceremos o inimigo, ganharemos batalha por batalha e a guerra.

    

O ex senador e ex vice-presidente da república Marco Maciel (foto) hoje residindo no Recife concedeu-me entrevista em um dos primeiros Bartpapo em 1992. Interessante foi o assunto voltado para o impeachment de Collor e novo governo de Itamar Franco.

ABRAÇOS IMPRESSOS

                    Os abraços vão para o jornalista e meu diretor-adjunto na Diretoria de Comunicação do Tribunal e na TV Cidadã, Valtenor Leôncio, pela maravilhosa entrevista que fez à distância com o Presidente do Tribunal de Contas da União, Ministro José Múcio, aliás nascido em Pernambuco. 

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