“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 20-05-2024 –Geraldo Câmara
POLÍTICA PÚBLICO PRIVADA. SAÍDA PARA EDUCAÇÃO.
A educação, única maneira de melhorar os índices de criminalidade de um estado ou de um país, passa pela responsabilidade social dos governos e da sociedade. Passa pela parceria objetiva e realista do capital governista e do capital privado desde que haja motivação para tirar as crianças e os jovens das ruas dando a eles um sistema de dois turnos e de participação da família. Enxergamos um grande projeto educacional onde as escolas-modelo de dois turnos com educação total, incluindo a capacitação social, possam ser materializados através da parceria publico privada. A criação de empresas madrinhas para uma ou mais escolas, visando construção e manutenção, mediante incentivo fiscal ofertado pelos governos federal, estadual e municipal. Um verdadeiro mutirão que ainda contemplaria o “Plano de Ascensão Salarial” para professores e todos quantos tenham envolvimento com a educação. É preciso pensar, planejar e executar. É preciso entender que, se não for possível uma enorme ação conjunta, o Brasil continuará assistindo tragicamente o surgimento de novos criminosos que, na verdade, poderiam ser os grandes dirigentes do amanhã. Não queremos dar aula, mas, simplesmente, convocar a todos para uma reflexão.
DESTACÔMETRO

O destaque de hoje vai para o juiz federal Antônio José de Carvalho Araujo que vem fazendo um trabalho incrível e ouvindo comunidades por todos os seus ângulos. De extrema simpatia, Antônio José é destaque por onde passa.
PÍLULAS DO OUVIDOR
Lamentavelmente as águas do Guaíba estão descendo muito lentamente e aquela população do Rio Grande do Sul ainda sofrendo coma as agruras do desastre que há muitos anos poderia ter sido evitado com a manutenção das bombas ao entorno da cidade.
Mas essa questão de só resolver os problemas depois que eles aparecem, essa coisa de não acreditar em prevenção parece fazer parte de nossa cultura, o que é um desastre natural de nossa personalidade.
São 39 bombas colocadas na década de 70 visando o não retorno a tragédia que aconteceu em 1941 naquela cidade. Construído um deck fantástico com essas bombas e na hora em que se precisou de novo nada aconteceu.
É um crime, sim. Hediondo, sim. Deixar que as tragédias aconteçam sabendo que podem ser evitadas deveria provocar crime cometido por todas as autoridades, ano a ano que tinham soluções nas mãos e não usaram.
Mudando de assunto, vou esperar pelos meus leitores no princípio do mês de junho para que estejam no lançamento do meu décimo livro que levará o curioso título de“Tribunando com Independência”. Será uma coletânea bem estudada dos meus escritos.
Ainda não tenho a data precisa mas assim que tiver avisarei a todos esses leitores que venho conquistando há tantos anos aqui nas Alagoas. E que, sem dúvida são o maior patrimônio que poderia ter.
A medicina tem avançado muito nas últimas décadas, os hábitos de consulta também. Mas confesso que sinto falta do médico de família, aquele que ia na sua casa e atendia a todos com presteza e cortesia.
Não que os médicos de hoje não sejam corteses, mas o atendimento, os planos de saúde, tudo fez com que os hábitos mudassem e as coisas entrassem em posições bem diferentes. Aliás, o progresso é isso também.

Flávio Dórea (foto), louco por vôlei desde os tempos que Ronaldo Lessa e Katia Born também eram, hoje é um competente secretário de gestão interna do gabinete da vice governadoria, onde o vôlei deve ser muito mais sério.
ABRAÇOS IMPRESSOS

Por onde anda o meu amigo Luiz Vasconcellos, sempre preocupado com a segurança de nosso estado? Sei que realiza um trabalho de grande importância no Ministério Público mas quero matar saudades no nosso Bartpapo.