“Ouvidor Geral” para o jornal Primeira Edição de 22-01-2024 – Geraldo Câmara
VOLTO A FALAR NAS CHUVAS
Não que não goste delas, pelo contrário porque são perfeitas quando chegam principalmente ao campo que tanto precisa de água. Em grande quantidade, aí já são perniciosas e destruidoras. No campo acabam com plantações que custaram o suor de muita gente. Já nas cidades são destruidoras e quando chegam em grandes volumes saem acabando com ruas, derrubando árvores, invadindo residências, principalmente as mais pobres e deixando prejuízos, até mortes por onde passam. Aí, sim, digo e reafirmo que a incapacidade de gestores fica inteiramente à vista, uma vez que os serviços preventivos são sempre relegados a segundo plano. Não estou falando só de Maceió e outras cidades alagoanas, não. Estou falando também de grandes metrópoles como são os casos de São Paulo e de Rio de Janeiro. Não cuidam do esgotamento de forma alguma. Não traçam planos para aguardar – e sabem que virão – as chuvas do ano vindouro. São incapazes de minorar o sofrimento dessas pessoas talvez até por decretos de emergência que permitem gastos, sei lá quais são e como são organizados. Ou desorganizados. O fato é que entra ano e sai ano, as chuvas abundantes continam a acontecer, as pessoas ficando desamparadas e até mortas e nada de soluções preventivas. Preventivas, entenderam?
DESTACÔMETRO

O destaque da semana vai para o meu amigo Eduardo Tavares, Ouvidor Geral do Ministério Público Estadual onde exerce as funções com a maior categoria e produtividade. Ex-prefeito de Traipú, professor e ex-diretor do Cesmac, Eduardo merece todos os nossos apreços.
PÍLULAS DO OUVIDOR
Gente, o calor abrasador que está fazendo é sinal dos tempos e não é. Digo isso, porque menino ainda estava acostumado aos verões do Rio de Janeiro que chegavam à temperatura de 40 graus. Inclusive, deu margem a um filme famoso com o título de “Rio 40 Graus”.
Mas é evidente que os tempos são outros, as cidades estão congestionadas por prédios, veículos e tantas outras coisas mais que abafam e dão a sensação ainda maior de calor. Por isso todo cuidado é pouco, principalmente com insolação nas crianças.
Queiram ou não queiram as autoridades este é também um problema de saúde pública e como tal tem que ser enfrentado pelos governos estaduais e municipais dando suporte à população, orientando e medicando quando necessário.
E falar nisso, parece incoerente mas não é. Nessa época de intenso calor as gripes também ficam mais frequentes em todas as áreas e precisam ser combatidas principalmente com a aplicação das vacinas. Cuidem-se.
O famoso benefício de Natal foi concedido a 52 mil presos em 17 estados brasileiros. Desses, 49 mil voltaram, se apresentaram sem problema algum. Mas, 2 mil e seiscentos detentos não retornaram e evidentemente que perderam todos os benefícios futuros. Se ainda voltarem, né?
Lamentável o incêndio que destruiu um terço da Loja Imperador na rua do Sol. Segundo os bombeiros o motivo deve ter sido um curto circuito nas instalações que já deveriam ser bem antigas e talvez não tivessem sofrido revisão. Todo cuidado é pouco.
Acho tão gozado essa discussão sobre cigarros. Uns dizendo que cigarro eletrônico não causa mal igual ao tradicional. Outros afirmando que o melhor de todos é o cigarro de palha. Gente amiga, por favor, cigarro é veneno seja lá qual seja. Esqueçam dele.
Quem quiser ter aulas de alto gabarito, fazer curso de extensão, por exemplo em retórica ou em matemática para planejamento de grande alcance trate de assistir as aulas do BBB 24. Não existe melhor maneira de atualizar seus conhecimentos…Será???

Aldemar Monteiro (foto) é um jovem extremamente lutador, produtor rural, presidente da CPLA – Cooperativa dos Produtores de Leite de Alagoas que é uma iniciativa das mais poderosas no estado. Um fantástico empreendimento em Batalha que reúne mais de dois mil cooperados.
ABRAÇOS IMPRESSOS

Meus abraços impressos vão para o meu amigo Adalberto Souza, um braço fantástico na comunicação do Sebrae e que também é uma figura humana de grande envergadura construindo amigos por onde passa. Obrigado, Adalberto.